Nota

Comidas que garantem bom humor 

 

Todo mundo sabe que, quando um gordo fica com fome, inevitavelmente, ele também se torna o maior mal humorado da face da terra. Também sabe que, para fazer um peso-pesado feliz, basta lhe oferecer comida.

Porém, para os magros, a coisa pode ser um pouco mais complicada. Por isso, há especialistas por aí defendendo que alguns alimentos têm o poder mágico de melhorar o humor.

Quem está achando essa conversa muito esquisita, saiba que assunto é tão sério que existem até centros como o britânico Food and Mood Institute que, assim como outras instituições respeitadas ao redor do planeta, realiza pesquisas a respeito da influência da dieta nos ânimos.

Portanto, mesmo que para você o simples fato de se tratar de comida já é suficiente para abrir o sorriso, não custa nada, antes de escolher os alimentos baseado apenas no paladar ou em outros critérios conscientes, prestar atenção naqueles que são inconscientes, ou seja, que mudam a química do cérebro e melhoram seuhumor.

ProteínasProteínas para sorrir

Claro que tem gordo por aí dizendo que uma boa picanha é capaz de fazer a alegria de qualquer um. Sabe por que? Por causa de um tal triptofano, encontrado em carnespeixes,ovosleite e seus derivados. Alimentos como o grão-de-bico, aervilha e os feijões também oferecem boas doses dele.

Dietas recheadas com esses alimentos garantem serotonina, uma vez que o triptofano “ajuda” na montagem molecular desse neurotransmissor, conhecido como uma substância que atua diretamente no humor de modo geral.

Por isso, a tendência em se sentir feliz depois de um bom churrasco ou feijoada. Por outro lado, quando faltam fontes de triptofano no prato, abrem-se brechas para que o dia-a-dia seja cinza, sem a menor graça.

CarboidratosCarboidratos da felicidade

Mas a felicidade vai muito além de proteína. Óbvio. Aliás, quem consegue manter um sorriso no rosto ficando longe das massaspãesbatatas e arroz? Entra em cena então o carboidrato que é fundamental para o funcionamento do cérebro.

Alimentos ricos em carboidrato promovem aumento nas taxas de insulina. Essa elevação, por sua vez, está por trás de uma maior captação dos aminoácidosque competem com o triptofano para entrar no cérebro. Assim, essa substância ganha mais espaço na cuca. Isso colabora para a produção e a atividade daserotonina e… olha aí o sentimento de bem-estar de novo!

Café da manhãComeçando o dia feliz

Quem pesquisa dieta e humor sempre faz questão de frisar a importância docafé-da-manhã. Para saltar da cama bem cedinho, nossa cabeça precisa repor o estoque de açúcar, uma vez que o sistema nervoso central consome quantidades relativamente grandes de glicose. A hipoglicemia sinaliza uma ameaça ao funcionamento normal do cérebro, o que gera reações como aansiedade. Bingo! Está explicado o meu tremendo mau humor matinal!

PeixesPeixinho do bom humor

Claro que nossa cabeça não consome vorazmente apenas glicose e que ela precisa estar com os estoques de todos os nutrientes bem equilibrados. Um exemplo é o ômega-3 encontrado nos pescados de água fria, como o atum e osalmão. Essa gordura “do bem” colabora para a produção de neurotransmissores. Além disso, tem ação antiinflamatória e é valiosa para, indiretamente, evitar a irritação.
Então, caro gordinho, caia de boca no sashimi e principalmente no sushi – que é a mistura de arroz (carboidrato) com peixes.

Mariscos, milho e brocoliAlegria se escreve com B

Os ranzinzas crônicos precisam colocar em dia as doses devitaminas B. O maior destaque vai para o ácido fólico, presente em vegetais como os brócolis, o cogumelo, o tomatee a rúcula. Essa substância interage com a serotonina e com a noradrenalina.

vitamina B6 anda surpreendendo os estudiosos por sua atuação no cérebro. Ela é essencial para o aproveitamento doscarboidratos e na condução dos impulsos nervosos. Por isso, pode se empanturrar de milho e banana, duas ótimas fontes.

Já a vitamina B12 tem sua deficiência relacionada com adepressão. Para não ficar em baixa com o nutriente, basta incluir no cardápio ostrasmariscos e carne vermelha magra.

Por fim, tem a vitamina B1, nutriente essencial na síntese de neurotransmissores relacionados ao bem-estar, além de participar da conversão de glicose em energia, é encontrado na carne de porco, no pistache e nocaju.

Abóbora e castanha do paráMinerais da energia

Para domar o mau humor, que tal investir em alguns minerais?

Beliscar sementes de abóbora torradas pode, inclusive, ser uma forma de combater a vontade de sair por aí quebrando tudo, uma vez que elas são ricas em magnésio – substância importante para o aproveitamento da energia -, além de fornecer potássio, outro nutriente que contribui para afastar a fadiga.

Tá bom. Comer semente de abóbora é demais para você? Então dá para ingerir magnésio através das sementes e castanhas oleaginosas, isto é, amêndoasnozesamendoins ecastanhas, que também oferecem o cobre – importante para a formação das moléculas de ATP, o conhecido “combustível celular”. Elas são ainda campeãs em selênio, especialmente a castanha-do-brasil, que antigamente a gente chamava de castanha-do-pará. A deficiência desse mineral pode afetar na regulação dohumor.

Fonte: http://papodegordo.com.br/2009/09/21/alimentos-alteram-humor/

G3 – 3°A – 29/30 

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Você pode controlar seus sonhos!

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Se você está interessado em ter sonhos lúcidos, talvez precise de algumas horinhas jogando video game. De acordo com Jayne Gackenbach, psicóloga da Grant MacEwan University, ambos representam realidades alternativas, ou seja, embora os sonhos estejam apenas na sua mente, enquanto games ficam nos consoles ou computadores, a prática na jogatina pode ajudar você a controlar também os sonhos.

Para Gackenbach, “se você passa horas do dia em uma realidade virtual, isso não é nada menos do que a prática para controlar sonhos”. Suas pesquisas mostram que jogadores frequentes são mais propensos a terem sonhos lúcidos do que aqueles que não têm o hábito de jogar.

Gackenbach ainda acredita que este tipo de controle também é capaz de ajudar o jogador a transformar um sonho horripilante em um sonho mais tranquilo. Segundo ela, o treinamento com jogos pode se mostrar como uma terapia eficiente para veteranos de guerra que sofrem com perturbações no sono pelo stress pós-trauma.

http://www.megacurioso.com.br/medicina-e-psicologia/36220-7-curiosidades-cientificas-sobre-os-sonhos.htm

Aryelle Marcely Mendes    Nº 05     Grupo 5     3ºA

Nota

“EUA e Rússia não vão entrar em conflito”, diz ex-consultora da Otan

Angela Stent explica que os EUA continuarão a trabalhar com a Rússia, porque os dois países têm capacidade de afetar os rumos do Oriente Médio.

 

A crise na Ucrânia deixou as relações entre Rússia e Estados Unidos em níveis de tensão parecidos aos da Guerra Fria. A ocupação militar russa da Crimeia, após uma revolta popular que tomou as ruas de Kiev contra o governo de Víktor Yanukóvych por causa do cancelamento de um acordo com a União Europeia, levou os Estados Unidos a ameaçarem os russos com sanções e a serem consideradas retaliações contra os americanos. Enquanto isso, a Ucrânia, peça-chave para a distribuição de gás para a Europa, está à beira da falência e dividida politicamente.

Mas, as disputas entre Estados Unidos e Rússia têm raízes mais antigas. Desde a dissolução da União Soviética em dezembro de 1991, os dois países interpretaram a realidade de formas opostas. Para os Estados Unidos, a década de 90 foi um renascimento das liberdades e da democracia na Rússia. Para os russos, os anos 90 foram uma década de pobreza e humilhação, vendo os americanos tomarem decisões unilaterais mesmo na vizinhança da Rússia, como aconteceu no Kosovo e na Sérvia. A situação da Ucrânia hoje mostra uma inversão de papéis. Moscou toma as decisões. Washington só pode reagir.

Nesse contexto, o livro da professora Angela Stent não poderia ser mais atual. Dedica 355 páginas ao exame de um só tema: os limites da parceria e a mecânica da rivalidade entre Estados Unidos e Rússia. Especialista nas relações entre Estados Unidos, Rússia e Europa, Stent já serviu ao governo americano no Departamento de Estado, foi consultora da Otan e, hoje, ocupa o cargo de diretora do Centro para Estudos Eurasianos, Russos e do Leste europeu e é professora de Governo e Diplomacia da Universidade de Georgetown.

Confira abaixo trechos da entrevista com Angela Stent e, em vídeo, a conversa completa.

Luís Fernando Silva Pinto: O título do seu livro é “Os limites da parceria na relação entre Estados Unidos e Rússia no século XXI”. Essa palavra limite parece ser central. Por que?
Angela Stent: 
Porque eu acho que, desde o colapso da União Soviética e do fim da Guerra Fria, com certeza os Estados Unidos estava – e eu acho que no início a Rússia também – tentando tornar a relação mais produtiva, que fosse além da animosidade, da hostilidade e das desconfianças da Guerra Fria. Isso foi muito difícil de fazer, porque ficou claro, quando você olha para os últimos 22 anos, que ambos os lados têm uma visão diferente do que esta relação melhor seria. Eu acho que o principal é isso: vemos o mundo de maneira diferente e discordamos sobre o que uma boa parceria seria.

O que aconteceu na Ucrânia é o clímax de uma das políticas que Putin tem perseguido desde que subiu ao poder”
Angela Stent

Luís Fernando Silva Pinto: O exemplo está presente na Ucrânia, na Crimeia – tensão é o nome do jogo – como você vê essa situação?
Angela Stent: 
Eu acho que o que aconteceu agora na Ucrânia é, de certa forma, o clímax de uma das políticas que Vladimir Putin tem perseguido desde que subiu ao poder, que é tornar a Rússia uma grande potência novamente e garantir que a Rússia mantenha uma esfera de influência sobre os antigos Estados soviéticos e, particularmente, a Ucrânia tem sido a questão mais nevrálgica, como eu falo no meu livro, também, há 10 anos, durante a revolução Laranja, o Kremlin estava convencido que os Estados Unidos e os Europeus estavam tentando derrubar um governo pró-russo lá e colocar um governo pró-ocidente e que isso seria o primeiro passo para fazerem isso na Rússia também. Então, para a Rússia, a Ucrânia tem dois aspectos: na política externa é a escolha da Ucrânia entre os Estados Unidos e a Rússia e, no plano doméstico, é a preocupação de que o que acontecer na Ucrânia pode acontecer com a Rússia também.

Luís Fernando Silva Pinto: Este referendo vai ser sobre independência, autonomia ou o que?
Angela Stent:
 Ninguém tem certeza. Eu diria que, provavelmente, deixe eu supor aqui, se os Estados Unidos e a Europa forem capazes de amenizar a situação um pouco, é possível que o referendo seja sobre maior autonomia dentro da Ucrânia, mas é possível que seja sobre independência. Se for sobre independência provavelmente seria aprovado. Cerca de 60% da população da Crimeia são russos, 24% são Ucranianos, aí você tem 12% tártaros, que é um grupo étnico muçulmano que viveu lá durante séculos e foi deportado por Stalin e, portanto, não querem fazer parte da Rússia, mas, ainda assim, o referendo passaria. Então, a questão é o que significa independência? E teremos uma situação como as duas regiões separatistas da Georgia, Abecásia e Ossétia do Sul ou a região Transinistria de Moldova? São três entidades que não respondem as suas capitais, não são parte da Federação Russa, mas há tropas russas lá e se identificam com a Rússia. Poderia ser mais um desses conflitos congelados. É uma possibilidade também.

Putin sabe o que ele quer e tem sido muito consistente em buscar seus objetivos. Há muitos desafios na política externa que Obama precisa enfrentar”
Angela Stent

Luís Fernando Silva Pinto: O presidente Obama é um estadista do mesmo nível que Putin em termos de política externa?

Angela Stent: Com certeza, Putin tem feito um jogo muito inteligente recentemente. Ele sabe o que ele quer e tem sido muito consistente em buscar seus objetivos. O que eu diria sobre o presidente Obama é que há muitos desafios na política externa que ele precisa enfrentar. Tem a retirada do Afeganistão, a Guerra na Síria, está negociando com o Irã para evitar qualquer uso de força militar no Irã, então ele tem muitos desafios. Também acho que ele ficou muito desiludido com a relação com a Rússia desde que o presidente Putin voltou. Quando Medvedev era presidente a relação entre Estados Unidos e Rússia era muito melhor. O pior momento foi logo antes da Ucrânia, quando ofereceram asilo político a Edward Snowden e isso foi um forte golpe na relação entre Estados Unidos e Rússia do ponto de vista norteamericano e o instinto do Obama foi se afastar dessa relação, colocar ela em espera e focar em outras coisas. O problema é que Putin não fez isso. Putin está muito focado em todas essas questões que estão no centro dos interesses dele, como a Ucrânia. Os Estados Unidos, até o momento que a revolução começou, em novembro, estava praticamente ausente da Ucrânia. Os europeus que estavam engajados na Ucrânia. Então, eu acho que é um nível diferente de interesse e um nível diferente de foco e você tem uma Rússia muito mais presente e muito mais bem sucedida do ponto de vista deles.

Putin conseguiu – conscientemente ou não – o que a União Soviética nunca conseguiu, que é criar cisões profundas entre os EUA e seus aliados e, particularmente, entre EUA e Alemanha”
Angela Stent sobre o caso Edward Snowden

Luís Fernando Silva Pinto: Em que categoria o Edward Snowden se enquadra? Foi uma provocação?
Angela Stent:
 Não sabemos ao certo como Edward Snowden foi parar em Moscou e quanto contato ele tinha com os russos antes. Há um debate sobre isso. Então, não sabemos todos os fatos aqui. Do ponto de vista dos Estados Unidos foi claramente um desastre, porque o material vazou sobre o que a Agência de Segurança Nacional estava fazendo nos Estados Unidos e o que estava fazendo com os aliados. Putin, de alguma forma, conseguiu – conscientemente ou não – o que a União Soviética nunca conseguiu que é criar essas cisões profundas entre os Estados Unidos e seus aliados e, particularmente, entre Estados Unidos e Alemanha, mas por mais que a relação tenha sido prejudicada, agora estamos trabalhando com a Alemanha na questão Ucraniana, mas eu acho que é possível que o presidente Putin realmente acredite que os Estados Unidos estão querendo afetar a Rússia, que estão tentando derrubar seu governo, que estão agindo contra ele. Se ele acredita nisso, então o caso de Edward Snowden foi uma maneira de dizer: Olha, nós podemos retaliar contra vocês e podemos desafiá-los em sua própria narrativa.

Luís Fernando Silva Pinto: No jogo geopolítico, ou na visão de Moscou, é a eliminação da possibilidade de um arsenal nuclear no Irã. É o que eles querem ou não?
Angela Stent: Eu diria que o Irã é outro lugar em que nós e os russos compartilhamos o mesmo objetivo. Não queremos que o Irã seja um país que tem armas nucleares. Por outro lado, eu diria que, primeiro, os russos, pelos menos oficialmente, dizem que não pensam que o Irã está tão próximo de produzir uma arma nuclear como os Estados Unidos ou o Ocidente acreditam e, também, de algumas forma, eu acho que os russos não acreditam que os iranianos realmente querem fazer isso. Além disso, você também tem um grupo na Rússia que vai dizer que têm que aceitar um Irã nuclear já que aceitaram um Paquistão indiano nuclear, não quisemos isso, mas tivemos que aceitar.

Luís Fernando Silva Pinto: Há uma solução?
Angela Stent:
 Eu acho que a única solução seria se os Estados Unidos e seus aliados na Europa estivessem dispostos a reconhecer os interesses russos. O presidente Obama disse que nos últimos dias nós reconhecemos que a Rússia tem interesses na Crimeia e na Ucrânia, que os respeitamos, que precisamos agir em conjunto. Eu acho que isso provavelmente também significaria ter uma política mais coerente em dar apoio a esses diferentes grupos da oposição na Ucrânia.

Luís Fernando Silva Pinto: Durante a Guerra Fria, houve incidentes em que houve a possibilidade de um confronto nuclear. Havia regiões do mundo a serem disputadas, mas, agora, parece que é uma questão da Rússia querer um pouco mais de respeito. É isso?
Angela Stent: 
Eu acho que o respeito é parte disso. Acho que os russos sentem ou particularmente o Kremlin acha que – desde que o presidente Putin chegou ao poder – e mesmo quando ele era primeiro-ministro por aqueles quatro anos – a Rússia restaurou sua economia. Chegou a ter 7% de crescimento anual até a crise econômica. É um player de novo no mundo. É uma superpotência nuclear. Continua como a outra superpotência nuclear. É uma superpotência energética, um pouco menos agora com a descoberta do gás não-convencional e coisas do tipo, mas, ainda assim, tem recursos importantes, tem poder de veto no Conselho de Segurança das Nações Unidas e quer ter o respeito que tinha quando era a União Soviética, mesmo que seja um país mais fraco em termos militares e a economia seja baseada principalmente em matérias-primas. Eu acho que é, com certeza, um fator, mas a questão então é como você define o respeito. Alguns países europeus estão mais dispostos a dizer: claro, respeitamos os interesses especiais da Rússia e a respeitamos como um país.

Os Estados Unidos possivelmente não estão dispostos a dizer isso, mas, nos Estados Unidos, estamos divididos com relação a isso, porque temos grupos muito fortes não apenas no Congresso, mas também fora do Congresso, que estão pressionando por questões de direitos humanos na Rússia. Nós respeitamos a Rússia, mas como lidamos com nossos grupos? Somos uma democracia e apoiamos os direitos humanos e direitos LGBT e temos que criticar a Rússia nessas questões. Então, este é o debate que temos dentro deste país e, nos últimos 22 anos que eu estudei em meu livro, com certeza não fomos capazes de resolver e a relação está provavelmente tão ruim quanto estava quando a União Soviética acabou. Com certeza tão ruim quanto estava durante a guerra da Georgia.

Os EUA e a Rússia não vão entrar em conflito. Continuaremos a trabalhar com a Rússia, porque temos a capacidade de afetar os rumos do Oriente Médio”
Angela Stent

Luís Fernando Silva Pinto: Entretanto, e para terminar, a Segunda Guerra, Guerra Fria, a atual crise na Ucrânia, nós nunca vimos os Estados Unidos e a Rússia em conflito um com o outro. É isso mesmo ou podemos ver isso acontecer?
Angela Stent: 
Os EUA e a Rússia não vão entrar em conflito. Não vamos entrar em nenhum tipo de conflito militar com a Rússia sobre o que está acontecendo na Ucrânia e vamos continuar a trabalhar com a Rússia – como precisamos fazer – sobre a questão iraniana, na questão síria e em outros assuntos no Oriente Médio. Então é uma parceria limitada. Tem limites bem estritos, mas em algumas questões multilaterais estamos destinados e continuaremos a trabalhar com a Rússia porque temos a capacidade de afetar os rumos do Oriente Médio.

 

 

Mais informações:

Cauê Moura
 http://www.youtube.com/watch?v=rqPV_4Foh2A
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Semana do Mico – Fantasia

Nesta sexta (28/02) finalizando a semana do mico, os alunos foram fantasiados.

Dia 05 – Fantasia

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Os alunos de todas as séries participaram de um quiz que teve como vencedor o 1º Nutrição.

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Após o quiz, aconteceu o desfile de fantasias que tinha como jurado os professores.

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Os vencedores da fantasia mais criativa: Mendigos – 1º Integrado e Terrorista: 3ºA

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Vencedores da fantasia de terror: La katrina e Carrie a Estranha – 3ºA

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Vencedor da fantasia original: Lady Gaga e Teletubbies.

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Stefanie C. de Sousa  n°: 36 – G4 – 3°B

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            Praia de Búzios é interditada após intoxicação de banhistas

Pelo menos 60 banhistas que frequentaram a Praia da Tartaruga, em Búzios (RJ), foram atendidos no Hospital Municipal Dr. Rodolpho Perissé com sintomas de intoxicação. Na manhã desta sexta-feira, 21, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente interditou a praia para uso e visitação desde o acesso na Avenida José Bento Ribeiro Dantas, a 1 km de distância.

“Orientamos as pessoas a não frequentarem a praia porque a substância se decompõe muito rápido. De ontem (quinta) para hoje (sexta), a mancha já sumiu da água, mas ainda é possível sentir o produto químico no ar”, afirmou o secretário de Meio Ambiente e vice-prefeito de Búzios, Carlos Alberto Muniz. Lançada longe da costa, a substância ainda não identificada chegou à orla pelas correntes marinhas.

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Por volta das 19h de quinta-feira, 20, a Secretaria de Saúde constatou que dezenas de banhistas, entre crianças, idosos e estrangeiros, chegavam ao hospital com náuseas, irritação nos olhos e problemas nas vias respiratórias que variaram de dor de garganta a quadro de bronquite. Por causa da pequena estrutura do hospital, alguns pacientes tiveram que ser levados para hospitais de cidades vizinhas.

A principal hipótese para a intoxicação é que um navio que ficou atracado na orla de Búzios até quinta, tenha despejado no mar um produto usado na caixa coletora de banheiros químicos para evitar mau cheiro. O navio seguia em direção ao Rio. Na Praia da Tartaruga não há banheiros químicos.

Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) encontraram manchas nas pedras perto da praia com tonalidade alaranjada e aspecto oleoso, o que reforça a hipótese de produtos químicos. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente descartou a possibilidade de que o produto seja esgoto porque a água não tinha mau cheiro e permanecia com a aparência normal.

Duas amostras da água foram recolhidas, uma no fim da noite de quinta e outra na manhã de sexta, e serão analisadas em caráter de urgência. O laudo ficará pronto na próxima quarta-feira, 26.

Guardas municipais e ambientais orientam e informam frequentadores sobre a interdição. Donos e funcionários de quiosques e os poucos moradores da Praia da Tartaruga também foram orientados a deixar o local e não atender turistas.

O secretário Muniz esteve no hospital e conversou com os banhistas. Eles contaram que a mancha era contínua e tinha 150 metros de comprimento e 40 metros de largura. Pela manhã ele esteve na Praia da Tartaruga e apresentou os mesmos sintomas dos banhistas.

“Os banhistas disseram que a mancha tinha uma substância pegajosa, que flutuava e exalava um cheiro forte. Eles reclamaram de gosto metálico e contaram que sentiam ardência nos olhos e desconforto nas vias respiratórias quando mergulhavam”.

Segundo o secretário, no verão de 2013 uma mancha semelhante apareceu na Praia de Manguinhos, mas por causa da rápida decomposição, na época os técnicos não conseguiram identificar a substância. Nos dois casos só havia um navio atracado em Búzios, mas a quantidade de pessoas afetadas na Praia da Tartaruga foi maior.

“Ninguém vai para uma praia paradisíaca para ser atingido por produtos químicos. Esse episódio desgastou a imagem do município e pode ter impactos na quantidade de turistas que visitam a cidade. Vamos apurar as causas e processar os responsáveis”, afirmou Muniz. Ele afirmou que “o causador do desequilíbrio” pode receber multa (entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão) e o comandante do navio poderia ser preso pela poluição.

 

Estadão Conteúdo

21/02/2014

 

3ºB – G3 – Vinícius nº39

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Apple iCar vem aí?

Apple estaria interessada em adquirir a Tesla Motors, diz jornal

Não é de hoje que a Apple indica ter interesse nas áreas automotiva e médica. E de acordo com o jornalSan Francisco Chronicle, uma parceria entre a empresa da maçã e a Tesla Motors pode estar a caminho.
A publicação afirma que os executivos Adrian Perica, chefe de fusões e aquisições da Apple, e Elon Musk, CEO da Tesla Motors, teriam se reunido no final de 2013 visando negociações entre as duas companhias.
O teor da reunião, no entanto, não foi divulgado. Algumas informações da imprensa internacional dão conta de que o encontro teria sido para debater apenas a expansão do sistema iOS in The Car, apresentado pela Apple no ano passado, que envolve a integração de seus dispositivos com automóveis.
Outra possibilidade levantada pela publicação é que a parceria possa resultar em uma fábrica unificada, que seria responsável pelo desenvolvimento de baterias de última geração. O produto serviria tanto para carros quanto para aparelhos eletrônicos.
3ª A – G2
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Pontes incríveis do mundo

Mais do que construções úteis, as pontes são também uma excelente forma de caracterizar uma cidade e ainda mostrar as tradições culturais através da arquitetura local. Por isso, muitas vezes, elas acabam se tornando marcos arquitetônicos e símbolos de grandes cidades.

Um exemplo disso são as seguintes pontes que se destacam em suas localidades:

  • Nanpu, Xangai, China

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Seu formato espiralado é o que mais chama a atenção nesta ponte, construída em 1991 em associação com o governo local. Dividida em seis faixas, a estrutura de concreto e aço é sustentada por cabos e é capaz de receber cinco milhões de carros. Por tudo isso, ela se mantém como uma das maravilhas da engenharia moderna.

  • Python, Amsterdam, Holanda

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Desenhada pelo escritório de arquitetura West 8, de Rotterdam, a ponte de 93 metros foi inspirada nas formas onduladas de uma serpente – por isso, ela também é conhecida como Anaconda. Feita em aço, a passagem de pedestres ficou pronta em 2001 e recebeu o prêmio International Footbridge Award 2002 pela sua originalidade.

  • The Helix Bridge, Cingapura

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Inspirada na dupla hélice da molécula de DNA, seu desenho futurista foi especialmente pensado para virar um ponto turístico da cidade. Tanto que, durante as noites, a iluminação destaca a dupla hélice, criando um espetáculo visual para os visitantes. Além de ligar o centro da cidade à marina, a ponte também recebe dezenas de desenhos infantis para serem expostos em seu interior.

  • Ponte dos Suspiros, Veneza, Itália

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Construída em 1602, a Ponte dei Sospiri é uma das principais atrações da cidade italiana. Sua estrutura toda coberta e trabalhada é feita em calcário e com janelas finamente decoradas, fazendo a ligação entre as antigas prisões e as salas de interrogatório do Palácio Doge sobre o rio Di Palazzo. Diz a lenda que os prisioneiros, melancólicos com seu destino, suspiraram ao ver a beleza da cidade uma última vez – daí o seu nome.

  • Ponte Széchenyi, Budapeste, Hungria

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Mais conhecida como “ponte pênsil”, é mais uma das tantas obras do Velho Continente que continuam a encantar milhões de turistas. Passando sobre o rio Danúbio, a ponte possui duas robustas torres de pedra que sustentam quase 5,2 toneladas. Durante os finais de semana de verão, ela é fechada para carros e se torna um grande festival de artes e cultura ao ar livre.

  • Tower Bridge, Londres

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Conhecida como “a ponte da torre”, é uma ponte basculante no coração de Londres, sobre o rio Tâmisa. Foi inaugurada em 1894 e levou oito anos para ser construída. Trata-se de uma das mais belas e famosas do mundo, com uma arquitetura surpreendente: tem duas grandes torres, uma passarela e a construção que se abre para deixar passar barcos pelo rio.

  • Viaduto de Millau, França

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No sul da França, uma das maiores maravilhas da engenharia moderna foi inaugurada no final de 2004. O Viaduto de Millau é a ponte mais alta do mundo, com seus 343 m de altura. A ponte suspensa atravessa o vale do rio Tarn e tem 2.460 m de extensão.

  • Ponte Octávio Frias de Oliveira, São Paulo

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Mais conhecida como Ponte Estaiada, foi inaugurada em 2008 em São Paulo e, rapidamente, tornou-se um dos maiores cartões-postais da cidade. Atravessa o rio Pinheiros, tem comprimento de 1.600 m e altura de 138 m. A construção também é iluminada por holofotes coloridos, o que a deixa mais bonita.

  • Ponte do Brooklyn, Nova York

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Primeira ponte suspensa de aço do mundo, inaugurada em 1823, a ponte do Brooklyn une Manhattan e o bairro do Brooklyn, em Nova York. Atravessada diariamente por milhares de automobilistas, ciclistas e pedestres, tem 1.800 m de comprimento e alcança a altura de 37 m sobre East River.

  • Ponte de Bósforo, Istambul

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Construída entre 1970 e 1973, a Ponte de Bósforo liga a parte europeia à asiática de Istambul, maior cidade da Turquia. A ponte, que passa sobre as águas do estreito de Bósforo, tem 1.510 m de comprimento e 64 m de altura. À noite, é iluminada por luzes coloridas, criando uma bela cena noturna com a cidade ao fundo.

G2 – 3º A