Cientistas encontram maneira de ativar e desativar a fome em ratos

Pinky-and-the-Brain

– Cérebro, o que faremos agora?
– A mesma coisa que fazemos todos os dia, Pinky. Experiências científicas. Vou conectar agora alguns fios no seu cérebro para entender como você sente medo e ansiedade. Olhe bem para essa luz azul.
– Já estou com medo!

– Fique tranquilo, não vai doer (eu acho)… E aí? O que você está sentindo? Medo? Ansiedade?

– Hm… acho que estou com fome.
– Fome??! Toma essa comida. Agora vou acender essa luz verde, ok? E aí?
– Cérebro… Minha fome passou!
– Interessante, Pinky! Acho que acabo de fazer uma descoberta incrível.

Foi mais ou menos assim, por acidente, que cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia descobriram uma pequena rede de células cerebrais que controlam o apetite. E assim, conseguiram ligar e desligar a fome em ratos de laboratório com pequenas descargas elétricas, mais ou menos como o Cérebro fez com o Pinky na abertura engraçadinha desse texto.

Essa rede de células fica na amídala, uma região do cérebro normalmente associada com emoções. Antes dessa descoberta, a equipe liderada pelo cientista David Anderson tinha feito uma pesquisa sobre o medo. Por isso, o objetivo dessa experiência era ir um pouco mais além no estudo dessa estrutura cerebral.

O procedimento também foi parecido com o realizado em Pinky. A técnica é conhecida como optogenética, que manipula geneticamente as células para deixá-las mais sensíveis à luz em um certo comprimento de onda. Em seguida, cabos de fibra ótica são conectados ao cérebro. Quando a luz está ligada, o rato deixa de sentir fome. Se os cientistas usarem uma luz diferente, com outro comprimento de onda, a fome pode ser “ligada” de novo.

A conclusão é que esse pequeno grupo de células da amídala é importante no controle do apetite dos ratos, e pode desempenhar um papel semelhante nos cérebros humanos também. A descoberta é impressionante por mostrar a relação clara entre apetite e outras emoções. A pesquisa lança uma luz nos estudos sobre distúrbios alimentares, depressão e doenças ligadas à obesidade.

Via NYTimes

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/supernovas/page/2/

Letícia Bolsari 3°B

Grupo 2

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#SONHAR

Olá galera.
Hoje estou aqui pra compartilhar algo que me intrigou muito. Ao observar uma linda bebê dormindo, vi que ela fazia diversas carinhas estranhas, de felicidade, de choro, etc. Por isso, fui procurar saber mais e olha só o que eu descobri:

Os sonhos servem para aprender, treinar, lembrar, esquecer, resolver, refletir. Ajudam, acima de tudo, a crescer. É por isso que os bebês passam a vida a sonhar.

“O que os bebês sonham ainda é um mistério. Eles não contam e não há exames que permitam entrar dentro das suas cabeças. Mas, sabe-se, com toda a certeza, que sonham. E muito. Muito mais do que um adulto. Ainda dentro da barriga da mãe, o feto passa 95 por cento do tempo a dormir e 80 por cento desse tempo está a sonhar –os adultos sonham durante apenas 20 por cento do sono.
O feto começa a passar pelo sono REM a partir da 23ª semana de gravidez. Alguns estudos afirmam ter provado que, entre a 24ª e a 30ª semanas, o feto sonha durante todo o tempo de sono”, escreve Richard Woolfson no livro “Em que pensa o meu bebê?”.

O sono REM (Rapid Eye Movement –Movimento Rápido do Olho) é a fase do sono em que se sonha. Nesta fase, além de as pálpebras mexerem, o corpo fica imóvel, a respiração e o batimento cardíaco tornam-se irregulares. A atividade cerebral é intensa e os sonhos acontecem. Não é propriamente um sono profundo e reparador, mas sim um sono leve. O cérebro trabalha quase como se estivesse acordado. Faz aprendizagens, treina comportamentos, arquiva memórias, recupera pensamentos, resolve dilemas, reflete. É para tudo isto que se supõe que os sonhos sirvam. “Os sonhos podem ter várias funções, mas ainda não se sabe exatamente por que sonhamos”, afirma Teresa Paiva, neurologista e especialista na área do sono. “O natural é que o bebê dentro da barriga da mãe sonhe que está a chorar, a mamar, a agarrar. “Os sonhos, principalmente os dos fetos e dos bebês, podem servir para aprender comportamentos específicos da espécie que assegurem a sua sobrevivência”, resume Teresa Paiva.
http://mamasgalinhas.blogspot.com.br/2010/03/o-que-sonham-os-bebes.html?m=1

Olha só que interessante!
Depois de tanto falar sobre sonho, vamos deitar, dormir e sonhar que estamos indo bem em todos o vestibulares que estão vindo por ai !
Tchau, tchau.
Letícia Pansarini n°21
3°A

6 curiosidades científicas sobre felicidade

feliz

Felicidade. Pare e pense: tudo o que você faz (das roupas que compra às amizades que constrói) é em busca dela. A gente tenta de tudo só para sentir uma dose a mais de felicidade. É por isso que a ciência (e tanta gente, tipo o pessoal do Glück Project) tenta entender o que faz essa tal emoção acontecer – e quais as consequências dela. Quer descobrir também? Confira abaixo seis estudos científicos sobre a felicidade.

MEXE COM O CORPO TODO
701 pessoas participaram de um estudo feito por finlandeses. Cada voluntário recebeu um desenho com a silhueta de um corpo e, em seguida, foram estimulados, por meio de músicas, filmes ou palavras, a sentir determinadas emoções (raiva, felicidade, amor). A tarefa deles era colorir as regiões do corpo onde sentiam diminuir ou aumentar as atividades, enquanto respondiam a cada estímulo. E a felicidade parecia atingir o corpo inteiro. Dá uma olhada no mapa.

emoções1

(Raiva, Medo, Nojo, Felicidade, Tristeza, Surpresa)

O amarelo indica o nível mais alto de atividade, seguido pelo vermelho. Preto é neutro, azul mostra pouca atividade. Só outra emoção parecia mexer tanto com o corpo quanto a felicidade: oamor.

FORTALECE SEU ORGANISMO
Fazer o bem deixa você feliz, claro. E é esse o tipo de felicidade que fortalece seu corpo na luta contra infecções. Pesquisadores examinaram o padrão de expressão genética das células de defesa do corpo. Entre os 80 voluntários, aqueles que mais faziam o bem (ex: algum tipo de trabalho social), havia uma expressão mais forte dos anticorpos e genes antivirais.

É CONTAGIANTE…
até no mundo virtual. Em um dos maiores estudos sobre o Facebook, pesquisadores examinaram o conteúdo emocional de um bilhão de posts durante dois anos (eles contaram com a ajuda de um software para fazer essa análise, claro). Descobriram que emoções positivas mexem muito mais com as pessoas do que mensagens com conteúdos negativos. E é por isso que são muito mais compartilhadas.

MUDA COM O TEMPO
A idade ensina a valorizar mais os momentos comuns do dia a dia. É o que diz uma pesquisa feita com 200 pessoas entre 19 e 79 anos. Eles contaram sobre as experiências felizes (extraordinárias ou não) que haviam experimentado nos últimos tempos. E eram os mais velhos que sentiam mais prazer nas coisas pequenas, como passar um tempo com a família ou simplesmente olhar para algum desconhecido no parque.

PESSOAS MATERIALISTAS SÃO MENOS FELIZES
É difícil apreciar o que você tem, quando o foco está no que você ainda quer ter. Um estudo com246 pessoas concluiu que pessoas materialistas sentem menos gratidão – e isso faz com que os níveis de satisfação com a vida diminuam.

ESCOLA IMPORTA MENOS QUE OS AMIGOS
Óbvio. Uma pesquisa com 804 pessoas concluiu que ter bons amigos na infância e adolescência torna você um adulto mais feliz. Depois de acompanhar a vida dos voluntários por 32 anos, eles perceberam que as vitórias no colégio, como nunca ter ficado em recuperação no fim do ano, tem um efeito bem menor na felicidade do que as relações sociais.

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/6-curiosidades-cientificas-sobre-felicidade/

Ruana Fernandes – nº34 – 3ºB – G2

As 10 plantas mais incríveis do mundo

Se você acha que plantas são em geral sem graça, está muito enganado. Da planta capaz de ressuscitar, à planta que cresce mais de 1 metro por dia, conheça aqui algumas das espécies mais incríveis da flora ao redor do mundo.

1 – A planta mais resistente do mundo
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Ela pode não ser nem de perto a planta mais bonita do mundo, mas a Welwitschia mirabilis é certamente a mais resistente. Comum na Namíbia, essa planta ao invés de ganhar altura deixa seu caule engrossar. Com vida útil de 400 a 1,5 mil anos, ela pode sobreviver até incríveis cinco anos sem chuva.

2 – A Vênus carnívora
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A Dionaea muscipula é conhecida como a “Vênus carnívora”. Ela é a mais famosa entre as plantas carnívoras e você provavelmente já a viu em algum desenho animado por aí. Ela come pequenos insetos, desde formigas até aracnídeos e sua armadilha é bastante veloz, fechando em menos de um segundo.

3 – A flor mais larga do mundo
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A Rafflesia arnoldii é a flor mais larga do mundo, além de ser uma das mais exóticas e raras. Ela pode ter um metro de diâmetro e pesar de 6 a 11 Kg.
Apesar de parecer linda, você não vai querê-la em seu jardim. Ela exala um odor fétido semelhante ao de carne podre. Por isso, recebe o apelido de “planta cadáver” na Indonésia, seu país de origem.

4 – A planta da vergonha
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A mimosa pudica é conhecida como a “planta da vergonha”, porque ela parece tímida. Quando suas folhas são tocadas, elas se dobram para dentro, e voltam a abrir-se alguns minutos depois.
A espécie é nativa do Brasil e pode ser encontrada em toda a América do Sul e Central.

5 – A planta da ressurreição
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A Elaginella lepidophylla é uma das plantas mais fantásticas do mundo. Ela habita no deserto da Chihuahua e pode ficar centenas de anos esperando por uma boa chuva. Assim que é exposta à umidade, ela “renasce” e se desenrola. As gotas que caem da chuva espalham suas sementes para a reprodução.

6 – A maior carnívora do mundo
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Fique tranquilo, a maior planta carnívora do mundo não é capaz de meter medo em nenhum humano. A Nephentes rajah chega a meio metro de altura e devora moscas com bastante apetite. Essas plantas vivem nas úmidas florestas da ilha de Bornéu, na Ásia.

7 – A maior árvore do mundo
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As sequoia-gigantes são as maiores árvore do planeta. Uma delas, conhecida pelo apelido de General Sherman, está registrada no livro dos recordes como a de maior volume. Ela foi encontrada na Califórnia, nos Estados Unidos, medindo 82,6 metros de altura, 1.814 toneladas e 25,9 metros de diâmetro. Sua idade estimada é de 2.100 anos.
Para se ter ideia do seu volume absurdo, com sua madeira, seria possível produzir cerca de 5 bilhões de fósforos.

8 – A árvore que parece que saiu de um filme
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Em português, esta árvore é conhecida como “dragoeiro”, mas seu nome em inglês é bem mais divertido: Dragon’s Blood Tree (Árvore de Sangue de Dragão).
Assim como o nome, sua aparência também parece ter saído de um filme de ficção na era medieval. Seu nome se deve à cor da sua seiva, que depois de oxidada por exposição ao ar, forma uma substância de cor avermelhada, comercializada na Europa com o nome de sangue-de-dragão.

9 – A planta que cresce mais rápido
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Se você quer plantar algo que cresce bem rápido, tente essa espécie de bambu chamada Phyllostachys edulis. Ela pode crescer até 1,12 metros em um único dia.
O segredo do crescimento do bambu é que ele não cresce apenas nas pontas, como a maioria dos vegetais. O bambu estica entre um gomo e outro, acelerando seu processo de crescimento.

10 – A árvore mais gorda
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O Cipreste-mexicano conhecido como Árvore de Santa Maria Del Tule, localizada em Oaxaca, no México, é a planta mais gordinha do planeta. Seu tronco tem 58 metros de circunferência e 14 metros de diâmetro. Com altura de 42 m, o seu volume fica em torno de 817m3 e o peso em 636 toneladas.

http://discoverybrasil.uol.com.br/imagens/galleries/as-plantas-mais-incriveis-do-mundo.

Desirée R. Soares – N°10 – 3°A – G5

5 países que se tornaram independentes nos últimos 20 anos

A Escócia disse “Não” e continua a fazer parte do Reino Unido. Apesar da negativa, outras localidades europeias continuam firmes no processo de ouvir sua população e tentar declarar a independência. A Catalunha, por exemplo, luta contra a Espanha para fazer o plebiscito. Caso semelhante ao que enfrentam Flandres, na Bélgica, e Vêneto, na Itália. Pesa contra o fato de que, nos últimos 20 anos, poucos foram os países que se tornaram independentes e integraram o quadro da ONU. Trazemos aqui quatro dessas histórias e uma situação que já se arrasta há alguns anos.

Sudão do Sul – 2011

Sudão do sul

O Sudão foi, por muito tempo, um país com guerras constantes. Antes mesmo da sua independência, que aconteceu em 1956, já havia conflitos entre as áreas norte e sul, motivados por divergências religiosas entre as duas regiões. A primeira guerra civil só terminou em 1972, quando o norte ofereceu autonomia ao sul. A trégua durou 11 anos, quando a liberdade dos sulistas foi retirada pelo governo. Desde então, estima-se que mais de 1,5 milhões de pessoas morreram no conflito, que terminou com um acordo de paz, em 2005.

Um dos pontos desse acordo era a realização de um plebiscito para saber se o Sudão do Sul se tornaria independente. Ele foi realizado entre os dias 9 e 15 de janeiro de 2011 e 98,83% da população se declarou a favor da independência. Em 9 de julho, o Sudão do Sul se tornou, oficialmente, o país mais jovem do mundo.

A situação por lá, porém, não é das mais tranquilas. Uma das maiores crises atuais enfrentadas pelo novo país africano é política. Em dezembro de 2013, tropas favoráveis ao então vice-presidente, Riek Machar, entraram em conflito com as do presidente Salva Kiir. A Organização das Nações Unidas afirma que cerca de 1,5 milhões de pessoas foram deslocadas de suas casas por causa da briga. O cenário atual é um pouco mais otimista, pois os grupos rivais assinaram um cessar-fogo de sete meses, no fim de agosto de 2014.

O que não é tão otimista é a situação da população. Ainda de acordo com a ONU, o país vive uma série crise de distribuição de alimentos e não consegue cumprir as necessidades básicas de abastecimento de água, de saneamento ou de saúde. A Organização afirma que meio milhão de crianças com menos de 5 anos precisarão de tratamento para desnutrição, isto só em 2014. E o pior, a Unicef estima que cerca de 50 mil podem morrer em 2014 por causa desse problema.

Kosovo – 2008

Flag of Kosovo

Dentre o intrincado processo territorial envolvendo a antiga Iugoslávia, o Kosovo é um dos poucos casos ainda sem solução. Ele se declarou independente em 2008, porém isso foi feito sem nenhum acordo formal com a Sérvia. Essa decisão unilateral foi aceita por 56% dos países que pertencem à ONU e por 82% daqueles que pertencem à União Europeia. Kosovo já participa do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial, da União Internacional dos Transportes Rodoviários e do Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa. O problema é que a Sérvia, parte diretamente envolvida no processo, e alguns outros países, como Rússia, China e Brasil, continuam sem reconhecer a independência da região.

Parte desse conflito acontece por causa da relação entre os albaneses e os sérvios que vivem por lá, agravada pelas consequências da Guerra do Kosovo, que aconteceu no fim dos anos 90 (entre 1998 e 1999). A derrota da Sérvia fez com que a ONU criasse uma missão de administração interina para a região, que teria uma certa autonomia em relação ao país a que continuava ligada. O poder foi entregue, em 2001, para as lideranças albanesas e o processo de independência começou a ser discutido novamente. A Sérvia, porém, insiste que Kosovo continue a pertencer a ela, enquanto as lideranças locais dizem que a única solução é se tornarem independentes.

Acordos diplomáticos foram trabalhados nesse período, mas sem nenhuma conclusão. Sérvia e Rússia se recusam a aceitar a independência. Com isso, em 17 de fevereiro de 2008, o Kosovo declarou sua independência e agora aguarda o total reconhecimento internacional, em um processo que se arrasta ao longo dos últimos seis anos.

Montenegro – 2006

Montenegro

O Principado de Montenegro foi formado em 1852 e, desde então, a região já lutava para se ver independente do Império Otomano. A oficialização dessa independência só aconteceu após várias batalhas e a assinatura do Tratado de Berlim, em 1878, quando os otomanos enfim reconheceram a autonomia do local. A independência de Montenegro durou até 1918, quando terminou a Primeira Guerra Mundial e eles, que haviam sido invadidos pelo Império Austro-Húngaro por apoiarem os Aliados, foram incorporados à Iugoslávia.

Com o desmanche do país, em 1992, um referendo foi feito com a população de Montenegro, perguntando se eles gostariam de ser um estado com autonomia, mas que continuasse atrelado à Iugoslávia, ou se queriam a independência. Cerca de 96% da população disse que preferia manter a situação como estava e, com isso, o país foi mantido, apenas com os territórios da Sérvia e de Montenegro. A separação definitiva começou em 2003, quando a Iugoslávia foi extinta e se formou a frágil Sérvia e Montenegro.

Um novo referendo foi feito com a população em 2006 e, dessa vez, sob a supervisão da União Europeia. A organização pedia um mínimo de 55% de aprovação para reconhecer o país como independente e o resultado da votação foi apertado, fazendo valer a autonomia do estado por apenas 0,5% dos votos. No dia 3 de junho de 2006, Montenegro declarou sua independência e, menos de um mês depois, já era o 192º país a integrar o quadro da ONU.

Timor-Leste – 2002

Timor leste

A história da independência do Timor-Leste passa, primeiro, pela Revolução dos Cravos, ocorrida em Portugal no dia 25 de abril 1974. Foi ela a responsável por levar de volta a democracia para o país ibérico e garantir que o processo de descolonização do Timor-Leste acontecesse, já que as ditaduras de Salazar e Marcelo Caetano se recusavam a aceitar isso.

Em 28 de novembro de 1975, o Timor se tornava uma nação independente. A situação, porém, não durou muito tempo. Em 7 de dezembro, sob o pretexto de proteger sua população que vivia no país, a Indonésia invadiu o território timorense, anexando-o como a 27ª província daquela nação. Deu-se início a um período de muita luta da população local para se ver livre do domínio indonésio. A Comissão de Acolhimento, Verdade e Reconciliação de Timor-Leste (CAVR) estima que pelo menos 102.800 pessoas tenham morrido entre 1975 e 1999. O uso do português foi abolido e o ensino do tetum, língua local, foi desencorajado.

A situação começou a mudar em 1996, quando José Ramos-Horta e o bispo D. Ximenes Belo receberam o Nobel da Paz pela defesa dos direitos humanos e da independência do Timor-Leste. O mundo voltou os olhos para o país e, em 1999, uma força de paz da ONU, chefiada pelo brasileiro Sérgio Vieira de Mello, ajudou a desarmar os milicianos e levar a paz. Um referendo realizado no mesmo ano mostrou que 78,5% da população era favorável à independência e consequente separação da Indonésia, coisa que só aconteceu após a estabilização política, três anos depois.

Palau – 1994

Palau

Este arquipélago localizado no oeste do Oceano Pacífico, próximo de Filipinas, conseguiu sua independência em 1979, mas o processo se arrastou tanto que acabou finalizado apenas na década de 1990. Os eventos que culminaram na independência de Palau, porém, começaram bem antes disso, ainda na Primeira Guerra Mundial.

Durante o fim do século XIX, o arquipélago se viu sob a disputa de Espanha, Alemanha e Inglaterra. Quem decidiu esse impasse foi o papa Leão XIII, em 1885, que reconheceu o domínio dos ibéricos. Quatorze anos depois, a Espanha vendeu as ilhas para a Alemanha que, com a Primeira Guerra Mundial, viu seu território além-mar ser invadido pelo Japão, que permaneceu por lá até 1944. O país foi o cenário para uma intensa disputa entre Estados Unidos e Japão, que terminou com a vitória dos norte-americanos.

Em 1947, a ONU decidiu que Palau faria parte do Protetorado das Ilhas do Pacífico, comandado pelos Estados Unidos. Já em 1979, por causa das diferenças culturais e de linguagem, a população das ilhas se recusou a se juntar à Federação dos Estados da Micronésia e iniciou um longo processo de organização para a independência. Dois presidentes morreram de forma trágica no caminho (um assassinado e outro se suicidou), o que atrasou ainda mais o processo, que só foi encerrado em 1994, quando Palau se viu completamente independente dos Estados Unidos e passou a integrar o quadro da ONU.

fonte: superinteressante.com  por: Bruno Assis

Gabriela Facco nº 12 G2 3°B

He For She: Se não agora, quando?

Emma Watson foi recentemente nomeada Embaixadora da Boa Vontade pela Organização das Nações Unidas. Como tal, lançou a campanha #HeForShe em prol da igualdade dos direitos entre gêneros.

Em seu discurso ela aponta a importância da participação dos homens na campanha anti-sexista. Claramente emocionada em fazer parte de um movimento de tamanha proporção, Emma não perdeu a pose e fez jus à fama que tem. Arrasou no discurso. Foi interrompida por aplausos 3 vezes. O vídeo explica muito bem a causa, portanto para quem se interessar, segue o link para assinatura do movimento solidário. Vale ressaltar que ele deve ser assinado apenas por homens, pois trata-se de uma campanha para a conscientização do homem sobre o real significado da palavra Feminismo e sobre como os homens também são prejudicados pela desigualdade de gêneros. Para as mulheres, vale propagar a idéia e passar o vídeo adiante.

Segue link com maiores informações http://www.heforshe.org/

Larissa S Romano, nº 23, 3º ano B – G2