Por que doar sangue?

Neste exato momento, alguém precisa de sangue. É provável que você não saiba quem é seu nome, onde mora. É certo que esta pessoa está precisando de você. Também é certo quem conhecemos é confortante, imagine quando doado para aquele que não conhecemos: é um ato de profundo humanismo e amor ao próximo.

Para amenizar a vida de muitos, a doação de sangue tem que ser um ato continuo, que envolva toda a sociedade. Ser um agente multiplicador requer conhecimentos específicos, para que cada um tenha consciência do real papel social em que está engajado. E o sofrimento, de conhecidos ou desconhecidos, seja reverto em saúde e vida.

Doar sangue é um ato responsável e, sobretudo, solidário. Responsável porque, na entrevista que antecede a doação, o doador já indica a qualidade do sangue, o que é confirmado posteriormente. A solidariedade é uma virtude que já se manifesta quando o doador se dirige a um hemocentro. É o inicio de um processo que não se encerra na coleta do sangue, mas se prolonga quando até seis pessoas recebem os seus componentes ou derivados. Mais que doar sangue, o cidadão está doando vidas.

Conheça o processo para doar sangue:

1º Passo
Realização de um cadastro do doador, com um documento oficial com foto;
2º Passo
Triagem hematológica: coleta de uma gota de sangue para verificar a quantidade de hemácias, atestando se o candidato não está anêmico;

3º Passo
Triagem clinica: entrevista individual, confidencial e sigilosa com um profissional da saúde (medico ou enfermeiro). O candidato não deve ficar constrangido, pois algumas perguntas de rotina serão feitas, como doenças que já teve e sobre comportamento sexual. Com as respostas, o medico avalia se o candidato está apto a doar o sangue. Também é verificada a pressão arterial, peso, altura, temperatura e pulso.

4º Passo
A doação propriamente dita, que dura entre 5 e 10 minutos. Todo material usado na coleta é descartável e feito por um profissional de saúde.
O sangue é coletado numa bolsa de plástico e estéril, que seguirá para o fracionamento, enquanto uma pequena amostra desse sangue seguira para exames laboratoriais obrigatórios.
A liberação desse sangue se dará somente após os resultados dos exames, que também serão de conhecimento do doador.

5º Passo
Após a coleta, o doador deverá descansar por 15 minutos. Após o repouso, será fornecido um lanche leve, que auxilia na reidratação. Também será observado o comportamento do doador e verificado se o mesmo está bem.
Um profissional de saúde acompanhará o doador durante todo o procedimento de doação de sangue.Imagem
G6 3ºB – Nº 07

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Sisu 2014…saiba mais!

O Ministério da Educação anunciou nesta sexta-feira (30) que a segunda edição de 2014 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) oferecerá 51.412 vagas em 67 instituições de ensino superior em todo país. As inscrições do Sisu começam pela internet na próxima segunda-feira (2).

O Sisu é um processo seletivo que usa as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para selecionar estudantes para cursos de graduação em universidades federais e institutos tecnológicos de ensino superior. Para participar desta edição, é preciso ter feito o Enem de 2013, com nota acima de zero na redação

Os interessados deverão ficar atentos para o período de inscrição, que desta vez foi reduzido a três dias. Nas edições anteriores, o prazo era de cinco dias. As inscrições estarão abertas de segunda (2) até as 23h59 da quarta-feira (4).

Segundo o ministro da Educação, Henrique Paim, o período foi encurtado porque “havia concentração de inscrições no primeiro e no último dia e nos demais havia redução significativa no numero de inscrições”.

Cronograma

O resultado da primeira chamada sairá em 6 de junho e a matrícula poderá ser feita de 9 a 13 de junho. Já os classificados em segunda chamada serão divulgados em 24 de junho. As matrículas para a segunda chamada irão de 27 de junho a 2 de julho.

A quantidade de vagas é 29% maior que o total ofertado em junho de 2013, de acordo com o ministro. Do total de 51.412 vagas, 28.802 (56%) serão destinadas à ampla concorrência; 21.142 (41%) serão preenchidas por cotas e 1.468 (3%) por outras ações afirmativas do MEC.

Das 67 instituições de ensino participantes (61 federais e seis estaduais), a Universidade Federal Fluminense (UFF) oferece a maior quantidade de vagas (4.259), seguida pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR, 3.944), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 3.669) e Universidade Federal do Maranhão (Ufma, 3.108).

Quatro novas instituições participarão desta edição: Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob), Universidade Federal do Cariri (UFCA) e Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

A maior quantidade de vagas está concentrada nos cursos de engenharia (8.707 vagas), pedagogia (1.368), administração (1.383) e ciências biológicas (1.377).

Henrique Paim disse que o aumento de vagas disponibilizadas pelo sistema “confirma a expectativa que todos têm de credibilidade em torno desse processo de seleção unificada”. “O estudante não precisa mais se descolar para fazer mais de um processo seletivo. A partir do seu computador ele tem acesso a 67 universidades”, declarou o ministro durante entrevista coletiva em Brasília.

Veja as instituições participantes:

Acre: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre (Ifac).

Alagoas: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (Ifal), Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

Amapá: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá (Ifap).

Bahia: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano), Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFRB), Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba).

Ceará: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), Universidade Federal do Cariri (UFCA).

Distrito Federal: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília (IFB).

Espírito Santo: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes), Universidade Federal do Espíritop Santo (Ufes).

Goiás: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG).

Maranhão: Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Minas Gerais: Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet/MG), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais (IFNMG), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudoeste de Minas Gerais (IFSEMG), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IF Sul de Minas), Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Universidade Federal de Lavras (Ufla), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ), Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM).

Mato Grosso do Sul: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (IFMS), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Pará: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA).

Paraíba: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Pernambuco: Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF Sertão), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

Piauí: Universidade Federal do Piauí (UFPI).

Paraná: Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

Rio de Janeiro: Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet/RJ), Centro Universitário Estadual da Zona Norte (Uezo), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IF Fluminense), Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

Rio Grande do Norte: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Rondônia: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO).

Roraima: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR.

Rio Grande do Sul: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense (IFSUL), Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs), Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Santa Catarina: Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS).

Sergipe: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe (IFS).

São Paulo: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP).

Tocantins: Fundação Universidade Federal do Tocantins (UFT), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO).

G3

Projeto “Esqueça um Livro”

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A ideia do paulista Felipe Brandão se inspira em um conceito norte americano conhecido como BookCrossing, convida os leitores a deixar um livro em local público, para que outra pessoa o encontre, o leia, e volte a abandoná-lo, ampliando assim o acesso à leitura.

A base de seu projeto é uma fanpage no Facebook. Nela, Felipe posta as fotos dos livros “esquecidos” por São Paulo, acompanhadas de uma breve sinopse e da indicação do local onde a edição foi deixada. “Sobre a Brevidade da Vida”, de Sêneca, foi o primeiro livro a ser abandonado no projeto, em 4 de abril, numa janela cercada de plantas próximo à estação Marechal Deodoro do Metrô.  De lá pra cá, vários amigos e entusiastas passaram a colaborar com o projeto, “esquecendo” livros por São Paulo.

Cansados de acumular livros nas prateleiras e visando o incentivo à leitura, diversos projetos desse tipo foram lançados nas cidades do Brasil e do mundo.

Agora é só participar! “Esqueça” um livro!

Para mais informações, segue abaixo o site do projeto:

http://projetoesquecaumlivro.tumblr.com/

E a fanpage do projeto:

https://www.facebook.com/EsquecaUmLivroOficial?fref=ts

Cyberbullying

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O Cyberbullying é uma forma de violência virtual, com ofensas e calúnias transmitidas por imagens e comentários espalhados na web. Hoje, o cyberbullying está presente na internet e no celular, tendo um forte poder de propagação.

A agressão virtual deixa sequelas psicológicas graves, levando ao isolamento social e à depressão. O cyberbullying afeta principalmente crianças e jovens, que ficam na internet expostos a todos os tipos de perigos.

As provocações virtuais resultam numa agressão moral, sempre intencional e repetida. O cyberbullying pode acontecer por e-mails ameaçadores, mensagens negativas em redes sociais, torpedos de telefone, vídeos e fotos constrangedoras.

Para os sociólogos, o cyberbullying é uma violência ainda mais cruel e devastadora do que o bullying tradicional. No espaço virtual, as ofensas e provocações são públicas e atormentam as vítimas. Em muitos casos, o constrangimento virtual acaba chegando à vida real, ao cotidiano das pessoas.

No cyberbullying existem três personagens: o agressor, a vítima e o público online. A agressão virtual provoca uma humilhação pública, uma invasão de intimidade e traz o medo e a insegurança.

Uma pesquisa feita pela organização não governamental Plan mostrou que entre os estudantes brasileiros de 10 a 14 anos de idade, 17% já foram vítimas de cyberbullying. O estudo foi feito com 5 mil jovens. Os principais insultos são feitos pelo celular e por textos e imagens enviados por e-mail ou redes sociais.

G6 – 3ºB Nº29

Os benefícios da música

Já percebeu que quando você quer se desligar do mundo você procura por calmaria, e ao mesmo tempo coloca os fones de ouvido e essa calma vem? Não é a toa que isso acontece.

Quando escutamos música nosso cérebro funciona melhor, parece que nada de que anda acontecendo, continua acontecendo. Tudo acaba, tudo de ruim vai embora e só a melodia e o balanço da música fica entoando dentro de nós. Não só muda nossos sentimentos como podem aliviar nossas emoções, aumentando nossa autoestima.

Pesquisas afirmaram que a música traz a autodisciplina, paciência, sensibilidade, coordenação, e a capacidade de memorização e de concentração.  Por isso quando os bebês começam a chorar e você começa a cantar pra eles, eles se acalmam e param de chorar. As crianças que tem contato com a música, mesmo que seja só por ouvir, logo que nascem desenvolvem essas habilidades mais rapidamente.

 

As lições que a música proporciona, não só nas crianças, mas em todos nós, melhoram também o desenvolvimento das pessoas para pensar, aumentar a concentração, e o desenvolvimento motor. A música só ajuda no crescimento pessoal da pessoa, assim como a expressão individual, como também nossa autoconfiança, não só na nossa cabeça mas em nossa alma
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G3 – 3ºA Nº30

A Copa é para todos?

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Muitos cidadãos brasileiros ainda com incentivo de pessoas e organizações de outros países, aproveitam esse período “pré-copa” para manifestar-se a favor  de direitos em falta no País, saem as ruas de São Paulo, protestando em relação ao megaevento que sediará no dia 12 de Junho de 2014.

Entenda:

Com um nome/sigla que fazia referência às mobilizações de indignados que começaram na Espanha 15 de maio de 2011, o ato “15M – Dia Internacional de Lutas Contra a Copa”, articulado pelo Comitê Popular da Copa (articulação horizontal e apartidária de movimentos sociais, organizações, coletivos e indivíduos) teve início, em São Paulo, às 17 horas da tarde no dia 21/05, com a saída planejada para às 18 horas, da praça do Ciclista, na Av. Paulista, em direção ao Estádio do Pacaembu. Nas outras onze cidades brasileiras eleitas para sediar jogos da Copa, os coletivos locais ligados ao Comitê também realizaram diversas mobilizações.

“A gente tem um tipo de organização que não podemos chamar de trabalho de base, preferimos dizer que é uma construção coletiva”, define Vanessa Santos, integrante do Comitê em SP, ao discorrer sobre a articulação entre os inúmeros grupos que assinam o manifesto do 15M – “Copa sem povo: Tô na rua de novo”. “Não sou eu quem tem que falar sobre moradia” exemplifica, “Nós fazemos uma construção junto com os movimentos de moradia, por exemplo”.

Pluralidade à esquerda
De fato, durante a concentração para o ato, era possível observar bandeiras e representantes de diversos movimentos de moradia, como o Movimento de Moradia na Região do Centro e a União de Movimentos de Moradia de SP; bem como a Escola de Samba Unidos da Lona Preta (do MST); e um punhado de organizações estudantis, tais como a ANEL, o Coletivo RUA, e muitos Centros Acadêmicos. Além disso, diversos indivíduos e coletivos autônomos, entre eles o Movimento Passe Livre e a Fanfarra do MAL.

Até mesmo os organizadores dos protestos que ficaram conhecidos como “Se não tiver direitos, não vai ter Copa” decidiram somar na mobilização do 15M. Para Rafael Padjal, que participou da construção destes atos, e também é membro do coletivo Território Livre, as mobilizações anteriores tinham, em sua maioria, pautas muito semelhantes a esta articulada pelo Comitê. “O Território Livre é o único que destoa, porque somos os únicos que pedimos o cancelamento da Copa — com a perspectiva de que seria uma demonstração de força do povo, e uma derrota para o governo”.

Rafael explica que a maioria das pautas defendidas pela frente “Não vai ter Copa” são vinculadas a direitos, como moradia, saúde, educação. “Essencialmente todos os grupos estão discutindo a mesma coisa, as diferenças são pequenas. O que separou estas duas frentes [do “Não vai ter Copa” e do Comitê] foi a vontade de ir para a rua antes, ou não; de acompanhar a juventude radicalizada que não saiu das ruas desde junho passado”, esclarece.

Para o jornalista e membro do coletivo Desentorpecendo a Razão, Pedro Nogueira, as diferenças são mais profundas: “O Comitê começa fazendo a pergunta certa: Copa para quem? Porque, na verdade, já não teve Copa, já vai ser uma Copa restrita, que não existe para a grande maioria dos brasileiros. O Comitê está junto dessas pessoas, dos removidos, junto com aqueles que estão sofrendo as maiores atrocidades por conta da Copa, e por isso conseguiu dialogar com muitos coletivos e movimentos autônomos, em uma demonstração de força do movimento popular”.

Recusa
Enquanto a noite caía e a concentração do ato atingiu seu ápice, com inúmeros grupos, palavras de ordem e baterias, parecia mesmo que a tônica e a força do 15M de fato eram a pluralidade de pautas e propostas políticas – que se revelaram também extremamente populares; sempre à esquerda.
Neste momento, o filósofo Vladimir Safatle, que acompanhava tudo junto de grupos do PSOL (partido ao qual se filiou em setembro de 2013), comentou que a recusa da população à Copa é inacreditável: “A gente está há um mês da Copa e você não vê casa pintada, bandeira, essas coisas que você sempre via em todas as Copas, e esse ano a Copa é no Brasil, e você não vê. O povo brasileiro demonstrou uma consciência dos seus interesses absolutamente admirável.”

20 minutos
Já eram 19 horas quando o ato virou a esquina e começou a descer a Av. da Consolação e parou o tráfego desse lado da via, tocando e cantando animadamente sua recusa, contando com aproximadamente 7.000 pessoas, segundo os organizadores – ou 1.200, segundo a Polícia Militar de SP.
Menos de vinte minutos depois, três quadras abaixo pela Consolação, estouraram as primeiras bombas. A manifestação caminhava devagar, sem nem tempo de ser “violenta” ou “pacífica”, quando a Polícia tentou conter seu andamento, cercando-a pelas laterais, o que desencadeou um tumulto entre policiais e alguns manifestantes, seguido por forte repressão e correria.

Ao som das hélices de helicóptero, sob a fumaça das bombas de gases lacrimogênio e pimenta, os manifestantes tentaram retomar o ato, caminhando até a quadra seguinte, porém a repressão seguiu forte, provocando a dispersão quase completa do ato. Um grupo maior se deslocou para a Rua Augusta, e tentou subir de volta até a Paulista, onde foi recebido por mais viaturas e balas de borracha.
Um grupo menor tentou chegar até a Av. Pacaembu, seguindo o trajeto previsto originalmente, mas se dispersou no caminho. Grupos menores caminhavam a esmo na região do bairro da Bela Vista e da Praça Roosevelt, seguidos de perto por viaturas policiais. A Polícia Militar não informou o número de agentes participantes da ação.

Ao longe, ainda era possível ouvir o grito de ordem “Não vai ter copa”. Enquanto isso, o Comitê Popular da Copa contabilizou ao menos 5 feridos por conta da repressão. Sete pessoas foram detidas para averiguação, ainda antes de o ato começar, e liberadas ao longo da noite. Em pouco tempo, já não havia mais nem sinal das viaturas e batalhões que tomaram as ruas. As pautas e a recusa, todavia, seguem as mesmas – assim como a sistemática falta de disposição ao diálogo por parte do Estado.

Ou ainda, nas palavras de Safatle, vinte minutos mais cedo: “Há um esgotamento da política, que se manifesta em várias coisas; quando a sociedade não consegue acreditar que o futuro vai ser melhor do que o presente, ela entra em um processo brutal de recusa, e a Copa apareceu como um sintoma muito forte deste processo. É preciso lembrar que desde 2011 estamos numa era de revolta, que não para mais. Essa pressão popular é fundamental, porque há uma tarefa atual: a tarefa de ultrapassarmos a democracia parlamentar, em direção à uma democracia real e direta. Como isso vai ser feito? É uma história que só começa a ser contada agora.”

Fonte: https://comitepopularsp.wordpress.com

G3 3ºA Nº 34

10 maneiras de ficar mais inteligente

Conceituar a inteligência é uma tarefa peculiar porque a inteligência é a função psicológica responsável pela capacidade que temos de compreender o significado das coisas, de conceituar. No processo de conhecimento temos de um lado o objeto a ser conhecido, externo à inteligência, e do outro a inteligência, o instrumento mental que alcança o conceito desse mesmo objeto. Conceituar a inteligência é fazê-la objeto e instrumento simultaneamente, é ter consciência dos instrumento mental que nos permite conhecer o mundo e que está integrado à própria consciência.

Que tal ficar mais inteligente?!

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  • Coma peixe

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Peixes oleosos são ricos em DHA, um ácido graxo Omega-3 responsável por 40% da formação das membranas celulares e podem melhorar a neurotransmissão. O DHA é necessário para o desenvolvimento do cérebro do feto e vários estudos ligaram dietas com bastante peixe à redução do declínio mental com a idade avançada. Mas antes que você morda a isca saiba que estes estudos se basearam no que as pessoas lembravam sobra as suas dietas, uma tarefa que cheia a peixe. Testes com Omega-3 em ratos não mostraram melhora nas habilidades cognitivas.

  • Beba chá

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cafeína do chá verde e preto faz o corpo pegar no tranco e afia a mente, mas fique atento, pois não é bom beber café e energéticos. Para um ganho cerebral excelente faça pausas regulares para beber chá. Doses pequenas durante o dia são melhores do que tomar uma única grande dose.

  • Sem pânico

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Estresse não faz nada bom ao seu dia, humor e até mesmo ao teu cérebro, mas um leve nervosismo pode melhorar o desempenho cognitivo. Um dica: controle a sua respiração quando ficar nervoso (a).

  • Mais devagar

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Leia mais, porém devagar para melhor compreender o texto e sua interpretação. A nossa retina e o tempo que a imagem leva para ir da mácula para o tálamo e em seguida ao córtex visual para processamento, limita os olhos para cerca de 500 palavras por minuto, em eficiência máxima.

  • Mantenha-se afiado

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Pessoas que tem mais de 65 anos que andam cerca de 9 km por semana em passo moderado tem 27% menos chance de desenvolver demência do que adultos sedentários, segundo pesquisadores italianos, pois os exercícios melhoraram o fluxo sanguíneo no cérebro.

  • Pratique

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Pratique mais testes de inteligência. Ao se preparar para problemas verbais, numéricos e espaciais, típicos dos exames psicrométricos, você pode melhorar o seu escore.

  • Durma

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Um breve cochilo te deixa mais disposto mentalmente dizendo, mesmo que dure apenas seis minutos.

  • Jogue videogame

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A coordenação motora e a memória melhoram.

  • Exercícios

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Estudos mostram que estudantes que praticam exercícios aeróbicos regulares ajudam a construir matéria cinza e branca no cérebros de adultos mais velhos.

  • Descubra

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Você pode se tornar mais inteligente estudando mais, criando mais conexões entre os neurônios. Aprender novas coisas pode reforçar o cérebro. Pratique!

 

G6 3ºB – Nº 29