Kingdom Tower: a futura torre mais alta do mundo enfrenta dificuldades

Por conta do tamanho da estrutura, é necessário testar os materiais que vão ser utilizados e o método de aplicação.    

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Conceito de como a Kingdom Tower deve ser. (Fonte da imagem: Reprodução/SaudiGazette)

 

Se você se interessa por novidades relacionadas à Engenharia Civil, é bem provável que já tenha lido alguma coisa sobre a Kingdom Tower aqui no Tecmundo. Nós estamos falando da torre de quase 1 quilômetro de altura e que deve ser a construção mais alta de todo o mundo assim que terminar de ser feita — algo que não há data para acontecer.

 

O problema é que o projeto foi idealizado em um bom tempo se passou sem novidades sobre este edifício gigantesco. Por conta do seu alto custo de produção, alguns boatos que circulavam pela internet especulavam que a Kingdom Tower não seria mais construída.

 

Parceria para ir em frente

 

Contudo, a próxima construção mais alta de todo o mundo voltou a despertar o interesse da mídia ao redor do mundo. A novidade é o simples fato de que os desenvolvedores da torre anunciaram que estão trabalhando em conjunto com a Advanced Construction Technology Services (ou ACTS), com o objetivo de obter conselhos de como botar a Kingdom Tower de pé.

 

Por conta disso, os primeiros trabalhos já começaram — o problema é que eles precisam estudar muito antes de qualquer coisa. Isso porque a torre vai consumir 500 mil metros cúbicos de concreto e 80 mil toneladas de ferro, tudo isso perto do mar e em um local de temperaturas altas (Jidá, na Arábia Saudita).

 

Questões de técnica e de material

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Mais uma imagem conceito da futura torre mais alta do mundo. (Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo)

 

Dessa maneira, a ACTS está testando qual é o tipo de concreto que vai suportar o clima do local e também a exposição ao sal da água proveniente do mar. E isso é bem mais delicado do que parece, já que somente as fundações da torre vão ter 60 metros de profundidade e vai “aguentar” um peso extremamente alto, de modo que tudo tem que ser absurdamente resistente.

 

Quando a combinação de correta de concreto for encontrada, ainda vai ser necessário resolver alguns problemas. Isso porque é preciso bombear concreto líquido para cima, com objetivo de construir os andares superiores da Kingdom Tower. Isso pode parecer algo bem complicado, mas é melhor do que carregar manualmente todo o material até o fim da estrutura.

 

Pagando para ver…

 

O problema é que o concreto líquido e a gravidade dificultam esse trabalho. Como se já não estivesse difícil o suficiente, as altas temperaturas durante o dia secam o material com certa facilidade, obrigando os trabalhadores e executarem esse processo apenas à noite. Por enquanto, especula-se que isso seja feito com a tecnologia usada no Burj Khalifa, o atual edifício mais alto do mundo.

 

Resumindo, há muitas dificuldades para serem enfrentadas, de modo que a Kingdom Tower talvez não se torne uma realidade — e, caso ela venha a ser construída, é apenas para provar que isso realmente pode ser feito por um grupo de pessoas com as capacidades necessárias para isso. Interessante, não é mesmo?

 

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/engenharia/51922-kingdom-tower-a-futura-torre-mais-alta-do-mundo-enfrenta-dificuldades.htm#ixzz2ufWvcrxu

 

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Nota

Semana do Mico – Fantasia

Nesta sexta (28/02) finalizando a semana do mico, os alunos foram fantasiados.

Dia 05 – Fantasia

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Os alunos de todas as séries participaram de um quiz que teve como vencedor o 1º Nutrição.

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Após o quiz, aconteceu o desfile de fantasias que tinha como jurado os professores.

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Os vencedores da fantasia mais criativa: Mendigos – 1º Integrado e Terrorista: 3ºA

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Vencedores da fantasia de terror: La katrina e Carrie a Estranha – 3ºA

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Vencedor da fantasia original: Lady Gaga e Teletubbies.

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Stefanie C. de Sousa  n°: 36 – G4 – 3°B

Audiência pública em Jundiaí define cursos do Instituto Federal

Uma audiência pública será realizada nesta quinta-feira (27) em Jundiaí (SP) para discutir quais os cursos que serão implantados pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFSP). A audiência será realizada na Biblioteca Municipal Professor Nelson Foot, às 19h.

O Instituto oferece ensino técnico, superior e pós-graduação gratuitos. No campus avançado do município, a previsão é que sejam oferecidos quatro ou cinco de graduação. “Foi feito um levantamento sobre o eixo tecnológico da região. Vamos apresentar esse estudo na audiência e discutir as possibilidades. Em um primeiro momento, teremos um curso, com início das aulas no próximo semestre. Gradualmente, vamos ampliando a oferta”, explica o diretor do campus de Jundiaí, Reginaldo Vitor Pereira.

Além da população, representantes de entidades como sindicatos, ONGs, associações devem participar do debate. “Sempre antes de iniciar as atividades em um local, procuramos ouvir o público para saber o que é viável e o que atenderá às necessidades da região. Por isso, é importante a participação da sociedade nesta audiência pública”, acrescentou o diretor.

Todos que quiserem opinar poderão se inscrever na hora. A Secretaria de Educação também deve apresentar uma pesquisa realizada com a população, entre os meses de dezembro de 2013 e fevereiro de 2014, por meio do portal da Prefeitura de Jundiaí.

O secretário de Educação e vice-prefeito, Durval Orlato, disse que esta é a segunda audiência realizada. “A região tem uma vocação bem grande na área de logística, turismo, na área de indústria, tecnologia de informação. Essas são áreas que normalmente recebem os cursos do Instituto Federal”, comenta.

Ainda no segundo semestre deste ano, as aulas serão iniciadas. O vestibular para a seleção dos alunos ocorrerá em maio ou julho, devido à Copa do Mundo. Inicialmente as atividades serão realizadas no Complexo Argos, numa área onde antes estava instalada a Biblioteca Municipal. O espaço passa por reformas para a construção de oito salas de aulas. A obra também prevê a instalação de elevadores externos para dar acesso ao prédio. O investimento é de R$ 1,9 milhão.

 

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O Instituto Federal em Jundiaí deverá funcionar no Complexo Argos (Foto: Divulgação/Prefeitura de Jundiaí)

Instituto Federal deverá funcionar no Complexo
Argos (Foto: Divulgação/Prefeitura de Jundiaí)
 
 
Ana Desiree Queiroz   nº 03     G-6 3A
 
 

Semana do Mico

      Desde segunda (24/02) até hoje (27/02) vem acontecendo a divertida semana do mico. Organizada pelos 3° anos esta semana atípica recebe um tema cada dia e os alunos devem ir caracterizados de acordo com este.

Segunda, dia 01 – Praia

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 Terça, dia 02 – Décadas

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Quarta dia 03 – Estilo Musical

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Quinta, dia 04 – Brega

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 Thaís Cristina Fernandes, n°: 38 – G4 – 3°B

70% de ex-alunos de cursos técnicos têm emprego em um ano pós curso.

Pesquisa feita pelo Ibope ouviu mais de 2 mil pessoas com mais de 16 anos.
Apesar da boa avaliação, procura pela educação profissional ainda é baixa.

25/02/2014 10h15

Do G1, em São Paulo.

tecnico[1]

Aula de curso de ensino técnico (Foto: Divulgação/Sedu)

Pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope mostra que mais de 70% dos ex-alunos de cursos técnicos de nível médio conseguem emprego no primeiro ano depois do curso. O estudo foi divulgado nesta terça-feira (25).

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas com mais de 16 anos em 143 municípios sobre a educação profissional. Os resultados darão subsídios para definir a oferta de vagas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial  (Senai).

De acordo com o levantamento, 90% dos entrevistados concordam que quem faz ensino técnico tem mais oportunidades no mercado de trabalho e 82% afirmam que os profissionais com certificado de qualificação profissional têm salários maiores.

Quando questionados sobre as razões para optar pela educação profissional, 53% dizem que ela permite ingresso mais rápido no mercado de trabalho; 47%, que têm o desejo de se qualificar em uma profissão específica; e 28%, que ela amplia as oportunidades de acesso ao mercado de trabalho.

São as instituições do sistema S (Senai, Senac, Senar e Sebrae) as principais ofertantes da formação profissional técnica no Brasil. De acordo com o estudo, 43% das pessoas que fazem ou já fizeram cursos profissionalizantes estudaram em uma dessas entidades. A rede privada vem em segundo lugar com 37% das respostas, seguida da rede pública com 20%.

Baixa procura pelo ensino técnico
Apesar de na avaliação da população, os cursos técnicos e profissionalizantes serem um caminho rápido para conseguir emprego, a procura pela educação profissional ainda é baixa no Brasil.

Segundo a pesquisa, apenas um em cada quatro brasileiros já frequentou ou frequenta algum curso de educação profissional. As principais razões para que 75% da população nunca tenham feito cursos de formação profissional são falta de tempo para estudar (40%), falta de recursos para pagar (26%), falta de interesse (22%).

A pesquisa realizada pelo Ibope apontou que 44% dos brasileiros entre 16 e 24 anos estudam atualmente. A maioria está no ensino superior (18%), seguido do ensino médio (15%) e do ensino fundamental (5%). O ensino profissional é opção de apenas 3% deles, mesmo percentual dos que fazem ensino médio vinculado ao técnico.

Nas 34 nações mais desenvolvidas, a média dos jovens fazendo educação profissional é 35%, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No Brasil, a pesquisa do Ibope revelou que fica em 6%, somando os que cursam o ensino médio integrado ao técnico e apenas o ensino profissional.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/02/70-de-ex-alunos-de-cursos-tecnicos-tem-emprego-em-um-ano-pos-curso.html

Isadora Santaniel, nº: 21 –  G4 – 3ºB

Anel digital lê livros para deficientes visuais

Victor Caputo – Exame.com – 21/02/2014

 

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o MIT, criaram um anel que lê textos para deficientes visuais. O dispositivo deve ser de grande valia na ausência de material escrito em braile. Chamado de Finger Reader (Dedo Leitor), o anel deve ser usado de maneira que sua câmera fique virada para o papel. Ele percebe a movimentação do dedo e escaneia todo o espaço por onde o dedo se mover. A análise é feita em tempo real. Assim que o anel lê uma palavra, ela é anunciada em voz alta.

O aparelho ainda é um protótipo. A voz que faz a leitura não é muito fluida e o FingerReader em si é um pouco grande demais. Mas para uma primeira versão, ele está em um nível bem avançado. O dispositivo, muito inovador, entra na categoria de computação vestível.

O anel ainda auxilia o usuário com vibrações. Quando percebe que o final de uma linha está se aproximando ou quando o usuários começa a sair da linha, ele emite pequenas vibrações para avisar. Segundo os pesquisadores do Media Lab do MIT, ele também funciona para a realização de traduções de textos.

 

Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/anel-digital-le-livros-deficientes-visuais-774139.shtml?utm_source=redesabril_psustentavel&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_psustentavel

Andressa Novaes, nº05 , 3º B G4

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FILHOS BRILHANTES ALUNOS FASCINANTES

FILHOS BRILHANTES ALUNOS FASCINANTES

Bons filhos conhecem o prefácio da história de seus pais Filhos brilhantes vão muito mais longe, conhecem os capítulos mais importantes das suas vidas.

Bons jovens se preparam para o sucesso. Jovens brilhantes se preparam para as derrotas. Eles sabem que a vida é um contrato de risco e que não há caminhos sem acidentes.

Bons jóvens têm sonhos ou disciplina. Jovens brilhantes têm sonhos e disciplina. Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas, que nunca transformam seus sonhos em realidade, e disciplina sem sonhos produz servos, pessoas que executam ordens, que fazem tudo automaticamente e sem pensar.

Bons alunos escondem certas intenções, mas alunos fascinantes são transparentes. Eles sabem que quem não é fiel à sua consciência tem uma dívida impagável consigo mesmo. Não querem, como alguns políticos, o sucesso a qualquer preço. Só querem o sucesso conquistado com suor, inteligência e transparência. Pois sabem que é melhor a verdade que dói do que a mentira que produz falso alívio. A grandeza de um ser humano não está no quanto ele sabe mas no quanto ele tem consciência que não sabe.

O destino não é frequentemente inevitável, mas uma questão de escolha. Quem faz escolha, escreve sua própria história, constrói seus próprios caminhos.

Os sonhos não determinam o lugar onde vocês vão chegar, mas produzem a força necessária para tirá-los do lugar em que vocês estão. Sonhem com as estrelas para que vocês possam pisar pelo menos na Lua. Sonhem com a Lua para que vocês possam pisar pelo menos nos altos montes. Sonhem com os altos montes para que vocês possam ter dignidade quando atravessarem os vales das perdas e das frustrações. Bons alunos aprendem a matemática numérica, alunos fascinantes vão além, aprendem a matemática da emoção, que não tem conta exata e que rompe a regra da lógica. Nessa matemática você só aprende a multiplicar quando aprende a dividir, só consegue ganhar quando aprende a perder, só consegue receber, quando aprende a se doar.

Uma pessoa inteligente aprende com os seus erros, uma pessoa sábia vai além, aprende com os erros dos outros, pois é uma grande observadora.

Procurem um grande amor na vida e cultivem-no. Pois, sem amor, a vida se torna um rio sem nascente, um mar sem ondas, uma história sem aventura! Mas, nunca esqueçam, em primeiro lugar tenham um caso de amor consigo mesmos.

(Augusto Cury)
G6 – 3ºA