Projeto dá primeiro passo para estudar a imortalidade e recebe 5 milhões de dólares para pesquisas

Recentemente, grande parte da imprensa mundial fez eco às declarações do cientista norte-americano Robert Lanza, que afirmou que a morte seria uma ilusão da mente humana e que a vida, depois de desenvolver suas possibilidades em universos paralelos, ao morrer do corpo, se converte em uma “flor perene que volta a florescer no Universo”. Estas declarações, assim como o interesse no assunto, indicam uma tendência no aumento de estudos para a pesquisa do tema. Atualmente, ao menos dois importantes projetos internacionais se dedicam à investigação sobre a imortalidade, aprofundando o estudo dos fenômenos sobre experiências próximas da morte.
 

A Fundação John Templeton investiu US$ 5 milhões no projeto Immortality, que pretende estudar de maneira integral a imortalidade, reunindo ciência, filosofia e teologia. Segundo explica John Fischer, diretor do projeto, a investigação será centrada nas experiências próximas da morte para averiguar o que acontece nestas situações. Pessoas envolvidas no projeto acreditam que poderão encontrar algo importante sobre a vida de cada um, ou sobre seus valores, ou alguma informação sobre a vida futura.

 

Conheça a renomada Fundação John Templeton
 
O projeto também quer estudar as diferenças culturais que rondam o imaginário da morte já que, por exemplo, os norte-americanos têm experiências próximas da morte em que relatam ter visto um túnel com uma luz brilhante, enquanto os japoneses dizem ter visto um jardim.Image
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Um outro projeto sobre o assunto reúne um grupo de pesquisadores da Universidade de Michigan, nos EUA. Os pesquisadores publicaram um estudo sobre o tema na revista Proceedings of the National Academy of Sciences que descreve o comportamento de ratos de laboratório que passaram por experiências próximas da morte. Muitos sinais elétricos típicos da consciência excederam os níveis apresentados na vigília, o que indica que o cérebro é capaz de produzir atividade perfeitamente organizada no começo da morte clínica. Segundo a principal autora da pesquisa, Jimo Borjigin, “este estudo formará a base para outros trabalhos no futuro com humanos, para a investigação das experiências mentais que ocorrem no cérebro quando se está morrendo”. 
 
Até que a morte não deixe de ser um dos grandes enigmas da vida, um mistério indecifrável para a mente dos mortais, estas pesquisas podem nos ajudar a avançar um pouco mais no tênue limite que separa a vida da morte.
 

 

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Super carro voador faz seu primeiro voo depois de 20 anos de desenvolvimento

A ideia de um carro voador não é nova e existem projetos neste sentido espalhados pelo mundo, porém muitos dos protótipos não passam do famoso teste prático. Este número é ainda menor se levarmos em consideração a beleza e a harmonia do modelo. Porém, um dos carros parece estar causando furor ao preencher todos estes quesitos. Trata-se do Aeromobil 2.5, um projeto da Eslováquia, que está atraindo os olhares do mercado mundial. Seu resultado hoje é fruto de aproximadamente 20 anos de trabalho conjunto. Seu primeiro protótipo realizou um voo em 1990. Este impressionante híbrido de voo ultraleve possui fuselagem de aço tubular e fibra de carbono, o que lhe permite pesar menos de 450 quilos. O Aeromobil é alimentado por um motor Rotax 912, capaz de desenvolver velocidades de até 160 km/h na estrada e 200 km/h no ar. Uma das grandes qualidades do projeto são as asas dobráveis, que funcionam como se fossem uma peça única, o que garante estabilidade e confiabilidade no voo do carro.
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Estudo confirma que homens e mulheres pensam diferente

Conexões cerebrais mostram maiores ligações da frente para trás e em um hemisfério nos homens (em cima) e da esquerda para direita nas mulheres (abaixo), aponta estudo publicado na Pnas

Conexões cerebrais mostram maiores ligações da frente para trás e em um hemisfério nos homens (em cima) e da esquerda para direita nas mulheres (abaixo), aponta estudo publicado na Pnas.

O cérebro das mulheres e dos homens é diferente, fazendo com que certas atividades sejam mais fáceis para eles, como o desempenho motor e a visualização espacial, e outras mais fáceis para elas, como a memória e as capacidades cognitivas sociais.

Homens e mulheres têm conexões cerebrais muito diferentes que parece confirmar estereótipos sobre atitudes e comportamentos próprios de cada sexo.

“Estes mapas da conectividade cerebral revelam diferenças impactantes, mas também complementares, na arquitetura do cérebro humano, que ajudam a elaborar uma potencial base neuronal para explicar por que motivo os homens são melhores em algumas tarefas e as mulheres, em outras”, destacou Ragini Verma, professora de radiologia da faculdade de medicina da Universidade da Pensilvânia e principal autora do estudo, publicado nos Anais da Academia Americana de Ciências (Pnas).

O estudo, realizado com 949 pessoas (521 mulheres e 428 homens) de entre nove e 22 anos, revela no homem uma maior quantidade de conexões na parte frontal do cérebro – centro de coordenação das ações – e na parte de trás, onde se encontra o cerebelo, importante para a intuição. As imagens também mostram grande quantidade de conexões dentro de cada um dos hemisférios do cérebro.Tais conexões sugerem que o cérebro masculino está estruturado para facilitar a troca de informações entre os centros da percepção e da ação, segundo Ragini Verma. Já nas mulheres, há mais conexões entre o hemisfério direito – onde se situa a capacidade de análise e tratamento da informação – e o hemisfério esquerdo, centro da intuição.

Verma explica que os homens são geralmente mais aptos para aprender e executar apenas uma tarefa, como andar de bicicleta, esquiar ou navegar, enquanto as mulheres têm uma memória superior e uma maior inteligência social, o que as torna mais aptas a executar tarefas múltiplas e encontrar soluções para o grupo.

Cérebros “realmente complementares” Estudos realizados no passado já haviam mostrado diferenças entre os cérebros masculino e feminino, mas esta conectividade neuronal de regiões no conjunto do cérebro jamais tinha sido vinculada a aptidões cognitivas em um grupo tão grande.”É também impactante constatar o quanto os cérebros da mulher e do homem são realmente complementares”, disse Ruben Gur, professor de psicologia da faculdade de medicina da Universidade da Pensilvânia e coautor do trabalho.”O mapa detalhado” das conexões cerebrais “não apenas vai nos ajudar a entender melhor as diferenças de como homens e mulheres pensam, mas também ajudará a entender as causas de distúrbios neurológicos vinculados ao sexo da pessoa”.

“As próximas investigações deverão identificar com mais precisão que conexões neuronais são próprias de apenas um sexo e quais são compartilhadas”, explicou o psicólogo.

Os autores observaram poucas diferenças de conectividade cerebral entre meninos e meninas com menos de 13 anos, mas foram claras entre adolescentes de 14 a 17 anos e entre jovens adultos.O estudo concluiu que as mulheres são superiores em atenção, na memorização de palavras e rostos, e nos desafios de inteligência social, mas os homens são mais rápidos para absorver e tratar a informação.

Nota

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Livro – Prodigy: Os Opostos Perto do Caos – Trilogia Legend 

Depois que um cataclismo atingiu o planeta Terra, extinguindo continentes inteiros, os Estados Unidos se dividiram em duas nações em guerra: a República da América, a oeste, e as Colônias, formadas pelo que restou da costa leste da América do Norte.June e Day, a menina prodígio e o criminoso mais procurado da República, já estiveram em lados opostos uma vez. Agora eles têm a oportunidade de lutar lado a lado contra o controle e a tirania da República e, assim, alterar para sempre o rumo da guerra entre as duas nações. 

Resta saber se estão preparados para pagar o preço que as transformações exigirão deles. Com direitos de adaptação para o cinema vendido para a Temple Hill Entertainment, produtora da saga Crepúsculo, os livros da trilogia Legend figuram nas principais listas da mídia especializada norte-americana entre os livros mais quentes e imperdíveis do ano. Publicada em mais de 24 países, Marie Lu, que trabalhou durante anos na indústria de vídeo games, deixará os fãs de Jogos Vorazes, Divergente e Never Sky de queixo caído 

 

 

 

Descoberta de Harvard reforça teoria de origem da vida na Terra

Imagem mostra como teria sido o ciclo da protocélula com síntese de RNA e replicação da célula nos primórdios da Terra

Imagem mostra como teria sido o ciclo da protocélula com síntese de RNA e replicação da célula nos primórdios da Terra

A Origem da Vida” é uma das grandes questões científicas da Humanidade e tem sido abordada pelos mais ilustres pensadores há milênios , sendo ainda uma questão polêmica que envolve desde a hipótese criacionista às teorias evolucionistas propostas pelas diferentes linhas de pensamento no campo científico.

A origem da vida na Terra é o tema de recente estudo conduzido por um pesquisador vinculado à Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. O estudo liderado pelo cientista Jack Szostak reforça teoria de que o início da vida no planeta envolveu replicação espontânea de RNA (sigla para ácido ribonucleico, cadeia de moléculas com dimensões inferiores às do DNA).

Essa replicação, segundo a teoria, teria ocorrido dentro de um tipo de compartimento estrutural celular, uma vesícula de ácido graxo.

Porém, esse “protótipo celular”, essa protocélula, jamais pôde ser reproduzido em laboratório porque esse processo de polimerização do RNA requer altos níveis de íon de magnésio, que acabavam por desestabilizar as membranas do ácido graxo, que circundariam as primeiras células vivas.

É aí que entra o estudo conduzido por Szostak: o pesquisador afirma ter descoberto que uma pequena molécula chamada citrato revelou-se capaz de atuar como um escudo das membranas do ácido graxo, protegendo-as dos íons de magnésio, ao mesmo tempo em que auxilia a polimerização das moléculas do RNA e mantém a salvo as já contidas nas membranas.

Para Szostak e seu time, moléculas precursoras do citrato tiveram participação no sistema de replicação espontânea de RNA que deu origem à vida.

Além do citrato, os pesquisadores testaram a performance de moléculas como isocitrato e oxalato, com melhor desempenho do citrato.

A descoberta, diz a Science, ajudará cientistas a elaborarem um modelo de protocélula mais plausível, capaz de reproduzir a replicação espontânea de RNA que teria atuado como um catalisador da vida na Terra, provendo mais pistas sobre uma das mais importantes perguntas que ainda carecem de uma resposta exata da Ciência.

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ULTIMO DIA DE PROVAS PARA OS “TERCEIRÕES”! ADEUS ENSINO MÉDIO…

Partiu parte III

Há certos costumes que são universais, o ser humano gosta de recordar, deixar marcas de que esteve em algum lugar, gosta de cristalizar o momento, seja em fotos ou no uniforme da escola, assinado por todos os amigos e pelos não tão amigos,  nessa hora algumas diferenças são postas de lado. O que vemos na foto do post é o último dia de provas, e os uniformes da escola transformados em roupas cápsulas do tempo, que serão guardadas para daqui 20 ou 30 anos serem relembradas. O que nos remete a tentarmos nos lembrar do último dia de aula, das festas de despedidas do ensino médio.  O que eles tentam fazer é eternizar essa despedida, é preciso uma prova física, palpável, a assinatura do nome do colega, do apelido, no uniforme, porque, brevemente, tudo irá se desfazer, muitos não irão mas se ver, alguns nunca mais, o tempo e a vida vai afastando tudo, e dando um demão com a tinta do esquecimento que não tem cor. Sim, tem a internet, as redes sociais, mas algumas pessoas simplesmente somem, não querem mais aparecer nem recordar, preferem ser lembradas como neste último dia de aula, onde tudo são sonhos, o futuro é uma janela de possibilidades. Assinam-se nos uniformes, nos cadernos, nos livros.  Daqui 20, 30 anos olhar para esses uniformes, para os nomes e apelidos dos amigos. Há um misto de alegria e tristeza, o último dia é muito intenso, tenta-se prolongá-lo o mais que puder, é confuso, especial, é nostálgico, já é nostálgico, porque nunca será repetido, nem replicado. Há aqueles encontros 20, 30 anos depois, mas,  nem todos irão comparecer.  Cada um seguirá um rumo diferente e talvez nem possa mais estar presente. E cada turma de cada série é única, não dá para explicar o que levou essas pessoas a estarem na mesma classe. Mas e aquele aluno que desistiu na primeira semana de aula?  Poucos se lembrarão dele ou dela, precisou se mudar, desistiu? Mas enfim, o ser humano tem esse lado nostálgico, e contraditório, recordar e sofrer por lembrar, ter saudade, querer reviver aquele momento desbotado.

E está acabando. Ultima semana do Ensino Médio para os “terceirões”. Muitos devem ter se perguntado após ver a imagem, “por que parte 3?”. A resposta é simples, já passamos por 2 fases na nossa vida escolar, o ensino fundamental, agora estamos concluindo o Ensino Médio e vamos para a parte III, a tão esperada faculdade! Cada um trilhará um caminho diferente… MAS BOA SORTE A TODOS! E vamo que vamo porquê o tempo não para!

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Cratera encontrada no Tocantins teria sido formada por meteorito

A Serra da Cangalha, localizada no município de Campos Lindos, no Tocantins, é uma formação com aproximadamente 13 km de diâmetro que foi anteriormente estudada pelo pesquisador americano John McHone na década de 1980. Porém, naquele momento, o cientista não chegou a apresentar conclusões sobre o processo de formação da estrutura.

No entanto, a notícia mais recente aponta que o local teria sido formado a partir do impacto de um meteorito de 1,4 km de diâmetro que estaria viajando a 12 km/h. De acordo com o portal Inovação Tecnológica, tal conclusão teria sido apresentada pelos pesquisadores Marcos Alberto Rodrigues Vasconcelos e Álvaro Penteado Crosta, ambos do Instituto de Geociências da Unicamp.

Esta seria a primeira vez a se utilizar a modelagem matemática para identificar esse tipo de estrutura no Brasil. Na etapa inicial da pesquisa, os cientistas se preocuparam com o levantamento de dados geofísicos coletados por avião, a análise das características da cratera e a comparação da Serra da Cangalha com outras estruturas que teriam sido formadas por um processo semelhante.

Logicamente, os pesquisadores também fizeram visitas ao local para coletar mais informações sobre a cratera. Um dos detalhes mais importantes é que eles encontraram rochas com deformações que indicam o impacto de um meteorito. Segundo eles, as condições de altíssima pressão e temperatura teriam resultado em rochas com fraturas em formas cônicas.

“Nenhum processo tectônico é capaz de provocar esse tipo de estrutura. Nós demos sorte de encontrar essas feições logo na primeira visita de campo em Serra da Cangalha”, revela Vasconcelos.

O único dado que não foi obtido é a data estimada do impacto do meteorito com a Terra. De acordo com Crósta, faltam evidências para fazer esse tipo de cálculo: “Para fazer a datação, nós precisaríamos coletar rochas que foram derretidas pela pressão e calor do impacto. Como a cratera se encontra bastante erodida, esse material, que possivelmente estava na superfície, deve ter se perdido há milhões de anos”.

Mesmo com o avanço do processo erosivo, a beleza do lugar é admirável. Em uma vista aérea é possível notar que a serra é formada por dois círculos concêntricos, tendo no centro uma coroa de três km de diâmetro com paredes que chegam a medir 300 metros de altura. Existe o interesse por parte do governo do estado de Tocantins de criar um parque estadual no local.

 

G4- 3ºA