Projetista Português poderá ter criado o meio de transporte mais sustentável do mundo

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á sonhou em flutuar nas nuvens? Então o projetista português Tiago Barros poderá, em breve, tornar o seu sonho em realidade. O projeto chama-se Passing Cloud, é uma espécie de “Zeppelin-meets-balão” e está sendo altamente elogiado pela comunidade internacional.

Na verdade, o Passing Cloud –  nome  sugestivo – tem outra característica que está levando os elogios da comunidade internacional – literalmente, às nuvens. Ele é muito sustentável. Poderá ser, inclusive, o meio de transporte mais sustentável do mundo.

O Passing Cloud é uma série de balões pesados e unidos em forma de nuvem. Os balões estão envoltos numa estrutura de aço inoxidável coberta por uma tela elástica de nylon. A tela é inacreditavelmente forte e flexível, movendo-se com o vento, capturando as ventanias mais fortes e protegendo os passageiros de serem empurrados do Passing Cloud.

Uma das características mais inovadoras – e extravagantes – do Passing Cloud é a incapacidade para prever a duração da viagem. Este é um modo de transporte focado na viagem – e na experiência de flutuar no céu, como uma nuvem. Os passageiros sobem para a estrutura a partir de uma escada, e ficam à superfície durante toda a viagem. Não há destino, não há horários nem velocidades máximas e mínimas. É o vento quem comanda a viagem.

O Passing Cloud não emite CO2, não produz resíduos e utiliza apenas uma energia mínima. É, em si, quase uma parte da natureza. Será este o meio de transporte mais sustentável de sempre?

Licenciado em Arquitetura pela Universidade Lusíada e mestre em Science in Advanced Architectural Design pela Graduate School of Architecture, Planning and Preservation, da Columbia University, Nova York, Tiago Barros trabalha na atualmente na nARCHITECTS, também de Nova York.

Um adepto da sustentabilidade e reinvenção dos processos contemporâneos, o projetista trabalhou na Aedas Architects, em Londres, na Aires Mateus e na Hilária Neto & Miguel Vieira, Lisboa, e na Design Architect, em Nova York.

G4 – 3ºB.

Nota

G4 3ºA

40 livros pra ler antes de morrer….

Guerra e Paz – Liev Tolstói 

On the Road – Jack Kerouac 

Grande Sertão: Veredas – Guimarães Rosa  

As Viagens de Gulliver – Jonathan Swift  

Dom Quixote – Miguel de Cervantes  

Robinson Crusoé – Daniel Defoe  

Em Busca do Tempo Perdido – Marcel Proust  

Moby Dick – Herman Melville  

O Processo – Franz Kafka  

Livro do Desassossego – Fernando Pessoa  

Os Irmãos Karamázov – Fiódor Dostoiévski           

Coração das Trevas – Joseph Conrad  

A Divina Comédia – Dante Alighieri  

Hamlet – William Shakespeare

Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis  

Pergunte ao Pó – John Fante  

Cem Anos de Solidão – Gabriel García Márquez             

A Montanha Mágica – Thomas Mann  

O Complexo de Portnoy – Philip Roth  

O Som e a Fúria – William Faulkner  

Folhas de Relva – Walt Whitman  

Os Miseráveis – Victor Hugo 

1984 – George Orwell             

Desonra – J. M. Coetzee  

O Homem Sem Qualidades – Robert Musil  

Orgulho e Preconceito – Jane Austen  

Ulisses – James Joyce  

A Terra Devastada – T.S. Eliot  

Apanhador no Campo de Centeio – J. D. Salinger 

O Príncipe – Maquiavel  

Os Sertões – Euclides da Cunha       

O Velho e o Mar – Ernest Hemingway  

Ficções – Jorge Luís Borges  

Histórias de Cronópios e de Famas – Julio Cortázar  

Madame Bovary – Gustave Flaubert             

Odisseia – Homero  

Meridiano de Sangue – Cormac McCarthy 

Fausto –  Goethe  

Lolita – Vladimir Nabókov             

O Tempo e o Vento – Erico Verissimo 

 

O café é ‘expresso’ ou ‘espresso’?

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“Afinal, o café é ‘expresso’ ou ‘espresso’?” (Reinaldo Leme)

A dúvida de Reinaldo é das boas. Encontram-se por aí as duas grafias, expresso e espresso. Prefiro a primeira – como, aliás, os poucos dicionários que registram essa acepção da palavra – pelas razões abaixo.

Espresso é uma palavra italiana que, em português, traduz-se como expresso. Sim, foi na Itália que nasceu o café preparado dessa maneira, na hora, numa máquina especial. Mas não me parece que isso seja razão suficiente para importarmos também a grafia original.

Quem defende o uso de “espresso” alega que a palavra portuguesa expresso provoca confusão, por dar a entender que o particípio irregular do verbo exprimir, onde nasceu esse adjetivo (e também substantivo), tem algo a ver com a mecânica do café expresso.

Acontece que, etimologicamente, tem mesmo, ainda que por vias meio tortas. Expresso é uma tradução literal possível de espresso e compartilha com ele um antepassado distante: o latimexprimere, que significava tanto “apertar com força, extrair” quanto “pronunciar, enunciar claramente”.

A história se complica um pouco porque dessa matriz latina o português tirou dois verbos distintos: espremer (no século XIV) e exprimir (no XV). Embora, como explica o Trésor de la Langue Française no verbete express, nunca tenha ficado estabelecido acima de qualquer dúvida se o espresso italiano nasceu com o sentido de “espremido, feito sob pressão” ou por analogia com a acepção (anglófila) do trem expresso, isto é, “rápido, direto ao ponto”, a grafia com xis tem sido adotada em francês e também aqui (em inglês, escreve-se espresso, à italiana).

Além de “enunciado de forma clara ou categórica”, expresso tem alguns outros sentidos consagrados que caem bem neste caso, como informa o Houaiss: “que é enviado rapidamente, sem delongas” (correspondência); “que vai do ponto de partida ao ponto de chegada sem parar” (trem). É nessa linhagem semântica que o mesmo dicionário passou recentemente – com atraso em relação ao “Dicionário de Usos” de Francisco S. Borba, mas à frente de boa parte dos concorrentes, que ainda ignoram tal acepção – a registrar o café “que é preparado, no momento em que o freguês o pede, numa máquina especial”.

Com xis, justamente. Não vejo por que contrariá-lo.

G4- 3ºB

Novo crustáceo descoberto na Califórnia parece um monstro alienígena

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Recém-descoberto na Califórnia, o “alien” acima pertence a uma nova espécie de crustáceo identificada por um pesquisador espanhol da Universidade de Sevilha.

De acordo com o site live science, o animal foi encontrado em uma caverna na Ilha de Santa Catalina a 30 metros de profundidade e, apesar do aspecto assustador, os machos — que são ligeiramente maiores do que as fêmeas — não ultrapassam os 3,3 milímetros de comprimento. Batizado de Liropus minusculus, o pequeno crustáceo não possui carapaça e costuma viver preso a rochas e plantas, alimentando-se de algas e larvas trazidas pelas correntes marítimas.

Apesar de diminuto, não podemos negar que o bichinho — com seu corpo transparente e garras sinistras — tem potencial para provocar belos pesadelos. Segundo o pesquisador que identificou o animal, existem outras oito espécies conhecidas desse crustáceo no mundo, e esta descoberta agora, além de ser a menor de todas, é a primeira a ser encontrada no noroeste do Oceano Pacífico.

 

G4 -3ºA

DICAS PARA SE CONCENTRAR NA HORA DE ESTUDAR

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Não se contente em ler: escreva!

Segundo o professor e autor de livros com dicas para estudos Pierluigi Piazzi, é importante estudar escrevendo, e não só lendo. “Quem só lê perde a concentração. Quem escreve consegue entender o assunto e mantê-lo na mente”, explica ele.

Escreva à mão em vez de digitar
Pesquisas já mostraram que os alunos que fazem isso aprendem mais do que quem só digita. “Você tem movimentos totalmente distintos para escrever cada letra a mão, mas isso não existe quando você está digitando. Isso faz com que mais redes neurais sejam ativadas no processo da escrita”, diz o professor.

Como saber o que vale colocar no papel 
Faça resumos, fichamentos e esquemas da matéria. Mas nada de ficar copiando todo o conteúdo dos livros. Para saber o que vale escrever, faça de conta que você está preparando uma cola para uma prova. Por ter pouco espaço e pouco tempo para consulta-la, é preciso ser conciso, mas ao mesmo tempo abordar os pontos principais. É disso que você precisa quando for estudar. 

Revise a matéria que aprendeu em aula no mesmo dia
Além de evitar acumular matérias, estudar o conteúdo visto em sala de aula no mesmo dia fará com que seu cérebro entenda que aquilo é importante e o memorize. 

Estude sozinho
Vamos combinar que, por mais legal que seja se reunir com os amigos para estudar, você acaba falando mais de outras coisas e as dúvidas permanecem. O professor Pierluigi é um grande defensor da ideia de que só se aprende mesmo no estudo solitário. “Estudar em grupo é útil se você for a pessoa que explica a matéria para os outros. Quem ouve não aproveita”, diz ele. A melhor dica para um bom estudo, aliás, e explicar a matéria para si mesmo. 

Use as aulas para entender as matérias e tirar dúvidas
Um erro comum, segundo o professor Pierluigi, é fazer dois cursinhos para ter um maior numero de aulas – o que realmente vai fazer diferença no vestibular é o momento em que você estuda sozinho, não o número de aulas que pegou. Mas isso não significa que vale cabular ou dormir nas aulas: elas são importantes para entender a matéria e tirar dúvidas. 

Desligue todos os aparelhos eletrônicos. 
Na hora de estudar, nada de deixar o celular por perto avisando você de cada notificação no Facebook. E nem caia na tentação de abrir o Facebook só por “dois minutinhos”. Esses dois minutinhos sempre se estendem e acabam com toda a sua concentração. Reserve um tempinho do seu dia só para as redes sociais e faça isso virar rotina para que se acostume a checá-la apenas nesse tempo específico.

Estude em um local organizado e tranquilo
O resto da sua casa até pode ser uma bagunça, mas o local onde você costuma estudar precisa estar sempre organizado e silencioso. Ter muitas coisas espalhadas pode atrapalhar a sua concentração e há o risco de perder tempo procurando coisas que sumiram na bagunça. 

Música? Só em línguas que você não entenda
Não é proibido estudar ouvindo música – há quem precise dela para se concentrar. Mas evite ouvir músicas em idiomas que você entenda – isso pode fazer com que você desvie sua atenção para a letra e esqueça a matéria.

Use marca-texto
Usar canetas coloridas e marca-texto para enfatizar os pontos principais é uma boa ajuda para manter o foco no que for importante, especialmente se você tem problemas mais sérios de déficit de atenção. Post-its também podem ser úteis. 

Respeite seu tempo
Se você é mais produtivo de manhã, deixe para estudar as matérias mais difíceis nesse período. Quando sentir que a concentração não está rolando de jeito nenhum, faça uma pequena parada e depois volte. Manter intervalos regulares é fundamental – e a frequência vai depender do seu ritmo. 

Tenha uma programação organizada, mas seja flexível
Use uma agenda ou quadro branco para organizar suas tarefas e respeite-a! Mas faça programações realistas para que você não se desanime. Definir que você vai estudar durante oito horas por dia se você tem várias outras atividades, por exemplo, não é algo razoável. E esteja aberto para mudanças, caso seja necessário.

Crie um pequeno ritual antes de estudar
Sempre que for mergulhar nos estudos, crie e respeite um ritualzinho antes. Pode ser um alongamento, pegar um copo de suco para deixar na sua mesa, ou que mais achar melhor. Com o tempo, seu cérebro vai entender que é hora dos estudos e ficará mais fácil se concentrar.

 

3°B 

Invenção do ano! Conheça os óculos que “devolvem” a visão aos cegos

Um dispositivo parecido com um óculos, que ajuda pessoas com níveis severos de cegueira a enxergar, recebeu o prêmio de “inovação do ano” da revista norte-americana Popular Science, na categoria saúde. Chamado de “Argus II”, este equipamento foi aprovado em fevereiro deste ano pela FDA (Food and Drug Administration), dos EUA.   O equipamento consiste em uma câmera em miniatura que é inserida em um par de óculos. A câmera envia as imagens gravadas para um microprocessador, que está em um cinto usado pelo paciente. O processador converte os dados do vídeo em sinais eletrônicos, que são transmitidos via wireless para um minúsculo eletrodo que é implantado na parte de trás do olho da pessoa. O nervo óptico captura estes sinais e os envia para o cérebro, que os interpreta numa escala primária de imagens em tons de cinza.    O Argus II garante uma resolução suficiente para que pessoas possam ver faixas de pedestres, encontrar objetos e identificar portas, por exemplo. O produto foi aprovado para pessoas com retinite pigmentosa e algumas doenças degenerativas que afetam, aproximadamente, dois milhões de pessoas no mundo. Alguns testes estão previstos para tratamento da degeneração macular, a causa mais comum de cegueira em norte-americanos com mais de 60 anos. Em junho do ano passado, um dispositivo foi usado em fase de testes por 32 pessoas, pacientes com elevado grau de deficiência visual. Apesar de ter ocorrido uma melhora na visão, nenhum caso de cegueira foi completamente curado. Um pouco menos da metade das pessoas deste teste sofreu sérios efeitos colaterais. O equipamento é fabricado pela empresa Second Sight, da Califórnia. Uma unidade do Argus II custa em torno de US$ 100 mil.    Image

 

G4 3°A

É possível morrer de sono?

Sim, mas só se você sofrer de Insônia Fatal Familiar (IFF), uma doença infecciosa do mesmo grupo da doença da vaca louca. 

Além de não conseguirem dormir, os acometidos pela IFF também sofrem alucinações, pânico e ansiedade, que causam perda rápida de peso, demência e em alguns casos, óbito. 

Mas é um tipo tão raro de insônia, que você provavelmente nunca conhecerá nenhum portador. Estima-se que a IFF atinja cerca de 100 pessoas ao redor do mundo. 

A morte por IFF é em decorrência da degeneração neurológica do cérebro, ligada a uma proteína anormal que passa a ser produzida pelo corpo. Geralmente a IFF começa a se desenvolver na meia idade e causa a morte do paciente em dois anos.

O máximo de tempo que uma pessoa conseguiu ficar sem dormir que se tem conhecimento foram 11 dias consecutivos. Em 2007 o britânico Tony Wright manteve os olhos abertos se alimentando apenas de vegetais crus, como suco de cenoura, banana, abacate, abacaxi e nozes.


Segundo Wright, a dieta escolhida teria sido importante para manter partes de seu cérebro operantes e despertas por longos períodos. Na época, ele disse à BBC que conseguiu o feito alternando o uso das partes do cérebro – usando o lado direito enquanto o esquerdo descansava (baleias e golfinhos passam meses sem dormir através de técnicas cerebrais parecidas). Mas não há provas científicas de que ele foi capaz de usar tal técnica.

Mesmo conseguindo a façanha, ele não entrou para o Livro dos Recordes. Desde 1964 o Guinness World Records não recompensa vencedores de concursos de privação de sonhos por causa dos possíveis riscos para a saúde dos participantes, mas tudo foi transmitido ao vivo via webcam e acompanhado pela rede de notícias britânica BBC. 

G4 – 3ºB.

Fuvest

A primeira fase do vestibular da USP acontece este domingo, dia 24 de novembro, e muitos estão nervosos. Afinal, trata-se de um dos vestibulares mais concorridos do Brasil e conhecido por apresentar questões mais complexas do que o Enem. E para quebrar um pouco a tensão pré-vestibular segue algumas curiosidades sobre a Fuvest.

Mudanças ocorridas no Vestibular Fuvest

Como forma de aprimorar o processo de seleção ao longo dos anos, a Fuvest sempre realiza avaliações do seu último vestibular para poder compreender as falhas e atender seus candidatos da melhor forma possível.

 Foi possível perceber, por exemplo, que em cursos de concorrência baixa, principalmente nos de licenciatura, as vagas ficavam ociosas porque os candidatos não atingiam a pontuação mínima para serem aprovados.

 Para resolver este empecilho, foi-se mudando o nível de exigência de conhecimento dos candidatos. Passou-se a exigir maior capacidade de interpretação e reflexão e menos de memorização, além de averiguar o nível de informação obtida pelos meios de comunicação.

O começo da Fuvest

Na primeira prova, em 1977, 92.461 candidatos se inscreveram e 4.516 pessoas trabalharam no processo seletivo. Com o sucesso do primeiro ano, várias faculdades procuraram a Fuvest para que ela realizasse suas seleções. Em 1979 a Fundação chegou a atender e realizar o vestibular de 17 diferentes instituições de Ensino Superior.

Na prova da 2ª fase do Vestibular de 1977 houve muita chuva na madrugada do dia anterior em São Paulo e o rio Tietê transbordou, isolando a zona norte, que ficou interditada. Como as provas seriam aplicadas na parte da manhã, a Fuvest então alugou um helicóptero e levou as provas para o Campo de Marte, que por acaso também tinha água até a altura do joelho em um dos hangares.

Os candidatos foram deslocados das escolas para lá, onde alguns hangares secos foram esvaziados para que as provas fossem ali aplicadas. Apesar do atraso do início, todos os candidatos tiveram as 4 horas corridas para realizar o exame e, a partir do ano seguinte, todas as provas foram realizadas no período da tarde para tentar contornar os imprevistos que viessem a suceder.

Quando e como surgiram os treineiros

Com dificuldades para saber quem poderia e quem não poderia ser convocado na lista de aprovados ao fim da seleção, a Fuvest teve a ideia de separar estes não candidatos (pois não concorriam às vagas dos cursos) já na etapa da inscrição. Essa mudança, realizada em 1993, foi crucial para facilitar a organização do processo e evitar que candidatos treineiros fossem dados como aprovados no Vestibular.

3ºB – G4

7 segredos da CIA e do exército dos EUA revelados recentemente

Depois de especulações que duraram décadas, veja aqui alguns dos principais segredos de projetos especiais da CIA e do governo dos Estados Unidos que ocorreram anos atrás e foram revelados ao público somente nos últimos anos:

1. Projeto 1794

Em 2012, a Força Aérea dos Estados Unidos revelou inúmeros documentos de um programa secreto para construção de uma nave no formato de um disco voador para combater possíveis bombardeios soviéticos. O projeto mais que ambicioso, denominado Projeto 1794, foi iniciado na década de 50 por um time de engenheiros que queriam construir uma aeronave capaz de viajar a velocidades supersônicas e altas altitudes.

Os documentos liberados mostram que os engenheiros previam que a aeronave poderia atingir a velocidade Match 4 (quatro vezes mais rápida que a velocidade do som) e chegar a uma altitude de 30 mil metros. O valor do projeto, corrigido para o custo de hoje, seria de US$ 26 milhões. Entretanto, o projeto foi cancelado em dezembro de 1961, após os testes revelarem que a estrutura era aerodinamicamente instável.

2. Projeto Iceworm

Em 1960, o exército dos Estados Unidos embarcou em uma missão secreta para construir uma série de locais móveis na camada de gelo da Groenlândia para lançamentos de mísseis nucleares. O objetivo era combater os possíveis mísseis lançados pela União Soviética, e o codinome da missão foi Projeto Iceworm.

Entretanto, um disfarce de fins científicos com o nome “Camp Centrury” foi divulgado publicamente para que os americanos construíssem suas instalações sem problemas. Edifícios subterrâneos, alojamentos, cozinhas, laboratórios, salas de abastecimento e centro de comunicações, entre muitas outras instalações, foram realmente construídos.

A base operou em segredo por sete anos e foi totalmente cancelada depois de seis anos, quando o excesso de gelo criou condições instáveis de viver. Hoje, os destroços do Projeto Iceworm estão enterrados no gelo do ártico.

3. Projeto MK-ULTRA

Durante os anos da Guerra Fria, a CIA iniciou um projeto secreto chamado MK-ULTRA, que tinha como objetivo investigar os potenciais do controle da mente humana. Os cientistas envolvidos analisaram os efeitos da hipnose, agentes biológicos e algumas drogas (como o LSD) em seres humanos.

Alguns historiadores dizem que o projeto foi concebido para desenvolver um tipo de sistema capaz de “programar” o cérebro – e que poderia ser aplicado em possíveis assassinos. Entretanto, em 1973, o diretor da CIA, Richard Helms, ordenou que todos os documentos do Projeto MK-ULTRA fossem completamente destruídos.

4. Área 51

Certamente, um dos enigmas mais famosos que envolvem o governo americano e alienígenas, chamando a atenção de teóricos de todos os tipos com suas suposições e superstições. A área que está localizada em Nevada, perto de Las Vegas, foi reconhecida pela CIA como um ambiente de testes para uma variedade de aviões de espionagem e de reconhecimento – e somente isso. Segundo eles, o campo é restritamente militar, sem ligações com nada paranormal ou “de outro mundo”.

5. Projeto Grudge

Apesar de a Área 51 não possuir, supostamente, ligações oficiais com alienígenas, outro projeto americano batizado de Grudge foi restritamente criado para estudar seres de outros planetas – e mais especificamente, as suas naves. Criado em 1949, o objetivo do programa foi estudar objetos voadores não identificados. Os mais céticos dizem que o Projeto Grudge não realizou pesquisas verdadeiras e só quis desmascarar os outros estudos e teorias em relação aos OVNIS.

6. Operação Paperclip

Em setembro de 1946, o presidente americano criou um projeto chamado Operação Paperclip, que visava atrair cientistas da Alemanha nazista para os Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial. Cientistas alemães realmente foram recrutados e migraram para os EUA, garantindo que o conhecimento deles não migrasse para a União Soviética ou Alemanha Oriental.

O cientista mais famoso recrutado foi Wernher von Braun, desenvolvedor de foguetes, que posteriormente ajudou o país em missões lunares.

7. Projeto Manhattan

Um dos programas de investigações secretas mais conhecidos é o Projeto Manhattan, que infelizmente foi focado na produção das primeiras bombas atômicas do mundo. O projeto começou em 1939 e envolvia físicos e demais cientistas na elaboração de bombas com potencial nuclear.

Diversos testes foram realizados nos próprios Estados Unidos até que os cientistas encontrassem as melhores fórmulas e as combinações para uma maior abrangência das explosões nucleares. Um mês depois dos testes serem bem-sucedidos, as conhecidas bombas atômicas foram lançadas em Hiroshima e Nagasaki, no Japão.

 

G4 – 3º A

Pessoas Inteligentes bebem mais

Bebeu demais? Nada de se sentir um lixo: pode considerar a ressaca do dia seguinte um reflexo da sua superinteligência. Soa politicamente incorreto, a gente sabe, mas é o que indicam informações de dois estudos, um feito no Reino Unido (o National Child Development Study) e outro nos EUA (o National Longitudinal Study of Adolescent Health).

Em ambos, pesquisadores mediram a inteligência de crianças e adolescentes de até 16 anos e as categorizaram em uma de cinco classes cognitivas: “muito burro”, “burro”, “normal”, “esperto” ou “muito esperto” (de novo, politicamente incorreto, mas tudo pelo bem da ciência, né?). Os hábitos das crianças americanas foram registrados por sete anos depois disso; já as inglesas foram acompanhadas por mais tempo, até os 40 anos.

Os pesquisadores mediram os hábitos alcoólicos de cada uma conforme elas iam envelhecendo. E eis que as crianças avaliadas como mais inteligentes em ambos os estudos, quando cresceram, bebiam com mais frequência e em maiores quantidades do que as menos inteligentes. No caso dos ingleses, os “muito espertos” se tornaram adultos que consumiam quase oito décimos a mais de álcool do que os colegas “muito burros”. E isso mesmo levando em consideração variáveis que poderiam afetar os níveis de bebedeira, como estado civil, formação acadêmica, renda, classe social etc. Ainda assim, o resultado foi o mesmo: crianças inteligentes bebiam mais quando adultos. E por que, hein?

Há hipóteses (uma, que a gente viu lá no Psychology Today, diz que essa relação entre álcool e inteligência seria um traço evolutivo que começou há cerca de 10 mil anos, quando finalmente surgiu o álcool bebível; até então, o único jeito de ficar alcoolizado era a partir de frutas apodrecidas – coisa séria), mas os pesquisadores ainda não sabem ao certo. Eles alertam, no entanto, que apesar de a tendência a “beber mais” estar de alguma forma ligada à esperteza de cada um, encher a cara não deixa ninguém “mais inteligente”. Ouviu?

 

G4 – 3ºB.