Ashton Kutcher é o novo engenheiro da Lenovo

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A fabricante de computadores Lenovo apresentou nesta terça-feira (29), durante evento nos Estados Unidos, seu mais novo engenheiro de produto: o ator Ashton Kutcher.

Kutcher, que recentemente incorporou o cofundador da Apple em uma cinebiografia hollywoodiana, foi anunciado nessa terça-feira, 29, como mais novo engenheiro de produtos da companhia chinesa – que garante: ele vai trabalhar de verdade.

Em comunicado, a Lenovo afirmou que Kutcher trabalhará com os times de engenharia da empresa pelo mundo no desenvolvimento da linha de tablets Yoga. Sua contribuição será quanto às especificações de design, software e usabilidade.

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A Lenovo tem investido em celebridades americanas para divulgar seus produtos. No começo do ano, a empresa contratou o jogador de basquete da NBA Kobe Bryant para uma campanha do smartphone K900 na China.

A contratação de Kutcher, contudo, será diferente, já que sua função não será apenas promover um produto. “O ator visitará os laboratórios da Lenovo e terá reuniões com nossos engenheiros. Ele não trabalhará oito horas por dia na empresa, mas compartilhará suas opiniões sobre novos tablets com todo o time”, disse um porta-voz da companhia.

A Lenovo não divulgou quanto o ator vai receber pelo trabalho. Pelo Twitter, Kutcher comentou o assunto, dirigindo-se a seus 15 milhões de seguidores: “Estou muito animado em ajudar a desenhar o futuro da tecnologia com a Lenovo.”.

 

Fabio, 3ºA

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Com 98% dos alunos na rede pública, Finlândia é referência em educação

A tão sonhada educação gratuita e de qualidade é realidade na Finlândia. Líder do ranking global Pisa (sigla em inglês para Programa Internacional de Avaliação de Alunos) em 2012, o país nórdico tornou-se um modelo de educação para o resto do mundo. Em um sistema em que a escola é obrigatória, cerca de 540 mil alunos estudam por nove anos, desde os sete, nas chamadas escolas secundárias. Antes disso, a escola é voluntária, mas quase todos os pais usam desse direito. Praticamente 100% dos jovens completam o período exigido, e 98% estudam em escolas públicas.

Os segredos da educação na Finlândia são vários e estão inseridos em uma conjuntura histórica e cultural que deve ser levada em conta. No entanto, o próprio Ministério da Educação e Cultura indica o caminho que pode ser seguido em qualquer país: um sistema educacional uniforme, professores altamente competentes e autonomia para as escolas.

A Finlândia já foi mais pobre e sem a alta tecnologia que possui hoje. Mas os finlandeses sempre acreditaram que era preciso incentivar a educação, ainda mais se tratando de um país pequeno que hoje conta com 5,4 milhões de habitantes, menos de 3% da população do Brasil. A profissão de professor é historicamente respeitada e valorizada. Em 1921, foi definido que independente da classe social, todos tinham direito à escola. Há quase quatro décadas foi implementado o estudo compulsório e desde então é exigido o grau de mestre para professores.

“A ideia básica da educação tem sido a igualdade”, afirma o professor finlandês Matti Salo. Trata-se de um reflexo da estratégia nórdica de estado de bem-estar social, afirma. A reforma educacional ocorrida nos anos 1970, buscou exatamente acabar com a distinção que havia entre um sistema de ensino curto para todos e um mais longo, que levava ao ensino superior. “Isso era contra a ideia de democracia em nossa sociedade”, diz Salo. Para buscar uma uniformidade no ensino, os finlandeses tiveram que se dispor a pagar altos impostos, ressalta. De fato, a Finlândia tem uma das maiores cargas tributárias do mundo – a oitava, 25% maior que a brasileira.

A equidade do sistema se dá em dois níveis. Em um deles, procura-se garantir, através de um repasse de verbas, a mesma qualidade de ensino na capital Helsinque ou em uma pequena cidade do interior. Em outro, busca-se a igualdade dentro de sala de aula. Suely Nercessian Corradini, diretora pedagógica do colégio paulista Vital Brazil, visitou escolas finlandesas para sua tese de doutorado. Ela destaca a importância dada às aulas de reforço. Grupos de alunos que não conseguem acompanhar as aulas vão sendo reintegrados às classes com o apoio de um professor treinado especialmente para isso, durante até dois anos. As dificuldades são identificadas logo no início, mesmo na escola primária, e trabalhadas. O esforço em incluir esses alunos é fator decisivo na hora do Pisa.

O governo finlandês ainda fornece refeições e material escolar de graça. “Isso é uma das coisas mais importantes. Faz uma enorme diferença na aprendizagem ter o almoço grátis”, diz Salo. As instituições de ensino devem ser próximas das casas das crianças, caso contrário há transporte disponível. O professor destaca também o bom investimento em saúde, com psicólogos escolares, assistentes sociais e enfermeiros disponíveis.

 Leia mais em: http://noticias.terra.com.br/educacao/com-98-dos-alunos-na-rede-publica-finlandia-e-referencia-em-educacao,c2b96b8eaeff1410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

 

G3- 3º B

Pulseira promete substituir o ar condicionado no futuro

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Estudantes de engenharia Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) desenvolveram o Wristify, um projeto que busca reduzir o consumo de energia de maneira curiosa. Trata-se de uma pulseira térmica capaz de alterar a temperatura corporal dos seus usuários. O dispositivo seria capaz de não só resfriar como também aquecer todo o corpo humano.

Criado por quatro estudantes de engenharia, o aparelho chamado “Whistify” foi o vencedor de um concurso do instituto que premiou a equipe com 10 mil dólares.

Ao receber continuamente um impulso gelado repentino, Sam Shames, que ajudou a criar o projeto, descobriu que é possível “enganar” o corpo para sentir frio, e o mesmo funciona para o calor.

“Os prédios gastam uma quantidade incrível de energia para abastecer o ar condicionado. Na verdade, isso representa 16,5% de toda a energia primária consumida nos Estados Unidos. Queremos reduzir esse número mantendo o conforto térmico e individual”, disse Shames.

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Depois de passar por 15 protótipos, a equipe chegou à versão atual do produto, que é muito parecida com um relógio de pulso. Os sensores utilizados no dispositivo conseguem obter uma taxa de variação de temperatura de até 0,4 °C por segundo. A pulseira tem autonomia de bateria de 8 horas, o tempo exato que uma pessoa normalmente passa no trabalho.

Segundo a Wired, a Whistify também pode ser uma boa alternativa para quem não possui ar condicionado em casa, como é o caso de 89% dos brasileiros. Nos EUA, 87% das residências contam com aparelhos de ar condicionado. Ainda não há previsão de comercialização ou preço do produto.

 

Fabio, 3ºA

Tecnologia Li-Fi transforma lâmpadas em roteadores wireless

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As atuais redes de internet sem fio têm um problema: quanto mais popular se tornam, mais lentas elas ficam. Pesquisadores da Universidade de Fudan, em Xangai acabaram de se tornar os mais recentes a demonstrar uma tecnologia que transmite dados em forma de luz em vez de ondas de rádio, o que resolveria o problema das redes congestionadas e poderia ser 10 vezes mais rápido do que o tradicional Wi-Fi gratuito.

 
Nas áreas urbanas densas, o intervalo dentro do qual os sinais de Wi-Fi são transmitidos está cada vez mais cheio de ruídos, em sua maioria causados pela interferência de outras redes de Wi-Fi gratuito. Além do mais, a física das ondas eletromagnéticas estabelece um limite superior para a largura da banda tradicional Wi-Fi gratuito. A versão curta: você só pode transmitir uma determinada quantidade de dados a uma dada frequência. Quanto menor a freqüência da onda, menos ela pode transmitir.
 
CONEXÕES 10X MAIS RÁPIDAS ATRAVÉS DA LÂMPADA MAIS PRÓXIMA
 
Mas e se pudéssemos transmitir dados através de ondas de frequências muito mais elevadas e sem precisar de uma licença do órgão regulador de telecomunicações de seu país?
 
Luz, como o rádio, é uma onda eletromagnética, mas tem cerca de 100.000 vezes a freqüência de um sinal Wi-Fi, e ninguém precisa de uma licença para fazer uma lâmpada. Tudo que você precisa é uma maneira de fazer o seu brilho piscar muito rapidamente e com precisão para que ele possa transmitir um sinal.
 
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A ideia parece maluca: Afinal, quem gostaria de sentar-se sob uma lâmpada piscando freneticamente? Mas o Li-Fi, um padrão proposto há apenas dois anos, está tendo um rápido progresso tecnológico.
 
Primeiro, os dados são transmitidos para uma lâmpada LED – que poderia ser a mesma que ilumina a sala em que você está sentado agora. Em seguida, a lâmpada e apaga muito rapidamente, cerca de bilhões de vezes por segundo. Essa oscilação é tão rápido que o olho humano não consegue perceber. (Para efeito de comparação, a média de poupança de energia lâmpada fluorescente compacta já oscila entre 10 mil e 40 mil vezes por segundo.) Então, um receptor em um computador ou dispositivo móvel – basicamente, uma pequena câmera que pode ver a luz visível – decodifica a frequência com que a lâmpada pisca e transforma em dados. Lâmpadas LED podem acender e apagar rápido o bastante para transmitir dados cerca de 10 vezes mais rápido que as redes Wi-Fi mais rápidas. (Se elas pudessem ser manipuladas mais rápido, a largura da banda seria ainda mais elevada.)
 
AS LIMITAÇÕES DO LI-FI SÃO SEMELHANTES ÀS DA PRÓXIMA GERAÇÃO DO WI-FI
 
O Li-Fi tem uma grande desvantagem em comparação ao Wi-Fi: você, ou melhor, o seu dispositivo, precisa estar em contato visual com a lâmpada. Não precisa necessariamente ser uma lâmpada especial, a princípio, luzes do teto no trabalho ou em casa podem ser conectadas à Internet. Mas isso significaria que, ao contrário do Wi-Fi, você não pode ir para um outro ambiente a menos que houvesse que este tipo de conexão também esteja sendo oferecida na lâmpada de lá.
 
No entanto, uma nova geração de dispositivos Wi-Fi ultra-rápidos que provavelmente começaremos a utilizar em breve, enfrenta uma limitação similar. Eles usam uma maior gama de frequências de rádio, que não estão tão cheias da interferência de outros sinais (pelo menos por agora) e tem uma largura de banda maior, mas, como a luz visível, também não pode penetrar paredes.
 
Engenheiros têm experimentado a tecnologia Li-Fi. A equipe da Universidade Fudan revelou uma rede de Li-Fi experimental em que quatro computadores foram ligados à mesma lâmpada. Outros pesquisadores estão trabalhando na transmissão de dados através de diferentes cores de luzes LED – imagine, por exemplo, a transmissão de diferente sinais a partir de cada uma das diferentes cores de LEDs dentro de uma lâmpada LED colorida.
 
Devido às suas limitações,o Li-Fi não vai acabar com outras redes sem fio. Mas poderia completá-las em áreas congestionadas e substituí-las em locais onde os sinais de rádio precisam ser mantidos a um mínimo, por exemplo hospitais, ou quando eles não funcionam, como debaixo d’água.
 
Fabio, 3ºA

Enem foi o tema mais comentado nas redes sociais no fim de semana

Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) permaneceu entre os tópicos mais comentados nas redes sociais no fim de semana. O uso das redes serviu para desclassificar candidatos que postaram fotos da folha de resposta ou da prova, para divulgar piadas. Os estudantes também denunciaram problemas como falta de luz e de infraestrutura nos locais de prova.

“E daí tu tá fazendo a prova do Enem e, do nada, falta luz… Foi inacreditável!”, disse um usuário do Twitter. Em vídeo postado no Facebook, uma candidata reclama da falta de luz e da falta de estutura do local. “O ventilador estalava mais que o meu. Fazia tec tec tec. Quando faltou luz, eu agradeci, mas logo voltou o tec tec tec”. Outro usuário do Twitter reclama do calor: “Duro é fazer Enem nesse calor e em uma sala em que nem ventilador há direito”.

As postagens nas redes em horas indevidas, no local de prova, levaram à eliminação de 36 candidatos. Alguns postaram fotos do caderno de prova e do cartão de resposta, com legendas desejando boa sorte aos demais. Outros desafiavam o sistema de segurança do Ministério da Educação, duvidando que seriam retirados dos locais de prova. Alguns diziam não saber nada do conteúdo e pediam para ser eliminados.

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Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, apenas no Twitter, a pasta monitorou quase 2 milhões de publicações. “Hoje, as redes sociais são muito utilizadas pelo jovem que faz o Enem“, disse à imprensa. Ele citou, em coletiva, uma publicação de usuário do Twitter que dizia que o Ministério da Educação tinha controle e iria punir os candidatos que fizessem postagens. O monitoramento não é novidade. Em 2012, 65 candidatos foram eliminados.

As punições estão previstas no edital do exame. Aparelhos eletrônicos são proibidos em locais de prova. O candidato deveria desligar o aparelho celular e colocar em um envelope lacrado, que deveria ser guardado embaixo da carteira.

Segundo o MEC, o monitoramento continua e se for identificado novo caso, o candidato será desclassificado.

No Twitter, até quem não fez a prova divertiu-se com as publicações: “Achei minha diversão… Jogar #ENEM no Instagram… Gente, é cada coisa”, disse uma usuária. Foram criados pelo menos dois Tumblr com imagens do exame. Um deles: Partiu Enem, com as imagens de provas postadas por candidatos em 2013 e nos anos anteriores. Outro, Atrasei para o Enem, publica fotos de candidatos que não conseguiram chegar a tempo para o exame.

Foi pelo Twitter que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou o tema da redação, minutos após o início da prova. E também pelo microblog, a presidenta Dilma Rousseff desejou boa prova aos candidatos e, no domingo, agradeceu: “Agradeço às mais de 600 mil pessoas que trabalharam para fazer o sucesso do #Enem2013”, disse, “E aos mais de 5 milhões de candidatos do #Enem2103. Agora vamos acompanhar as correções das provas”, acrescentou.

Enem 2013 recebeu número recorde de inscrições, mais de 7,1 milhões. Desses, mais de 5 milhões fizeram o exame. Foram dois dias de provas. No primeiro dia, em quatro horas e 30 minutos, os candidatos responderam a 90 questões de ciências humanas e suas tecnologias e de ciências da natureza. No segundo dia, além de 180 questões de linguagens, códigos e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias, os candidatos fizeram uma redação. O gabarito será divulgado no site do Inep na quarta-feira (30). O resultado final sairá no início de janeiro.

G3-3ºB

Redação Enem

Aqui vão algumas dicas para uma boa redação no ENEM.

1) Calcule o tempo. Separe uma hora para fazer a redação.

2) Encontre o tema. Organize as ideias e pense quais argumentos você vai defender.

3) Escreva primeiro no rascunho. Faça os ajustes necessários. Releia o que escreveu para ver se está tudo compreensível e se não tem nenhum erro. Só depois transcreva o texto final para a folha oficial. As boas redações não têm nenhuma rasura.

4) Capriche na letra. O examinador precisa entender o que você escreveu.

5) Divida o texto em parágrafos. Tem que dar a margem antes de iniciar um novo parágrafo. E coloque ponto final ao terminar.

6) Faça um texto com 30 linhas. Dê um título de quatro a cinco palavras. O título não é obrigatório segundo o edital, mas ajuda a enriquecer a prova.

7) Não escreva em primeira pessoa. Faça uma dissertação usando a terceira pessoa do singular ou plural (ele, ela, eles, elas).

8) Leve a prova a sério. Não faça piadinhas, brincadeiras, nem seja preconceituoso nas ideias.

9) Seja simples e objetivo. Pode escrever com simplicidade. Não precisa se preocupar com texto muito elaborado com vocabulário muito intelectual. Enem pede texto correto e coeso.

10) Não fuja ao tema proposto. Segundo o edital, quem fugir ao tema deliberadamente vai ganhar nota zero.

Boa Sorte !!!

G3-3°B