Casca de arroz é usada para gerar energia em usina do RS

Localizada no extremo oeste do RS, a cidade de São Borja faz fronteira com a Argentina, tem pouco mais de 61 mil habitantes e é uma das maiores produtoras nacionais de arroz. Não é pra menos: são beneficiados, por ano, cerca de 10 milhões de sacos do grão, cada um com 50 quilos, segundo dados da Agência de Desenvolvimento Polo RS.

Dessa produção intensa, sobram as cascas. Sem aproveitamento e valor comercial, elas sempre ocuparam espaço nos aterros de lixo e significavam um grande passivo ambiental para a cidade – ou seja, quando atividades econômicas que causam danos ao meio ambiente devem ser “compensadas” com determinadas ações.

Agora, vão gerar energia na Usina Termelétrica de São Borja, inaugurada oficialmente no mês passado. Para operar na capacidade plena, 85 mil MWh/ano, a Usina demandará 96 mil toneladas anuais de cascas de arroz. As cinzas geradas na queima serão destinadas a indústrias de cimento, fertilizantes e borracha.

Cerca de 10% da energia gerada deverá ser destinada aos gastos da própria usina. Os outros 90% serão comercializados para a rede pública.

Cenário no Brasil
Biomassa são materiais orgânicos a partir dos quais é possível obter energia. Restos de alimento, madeira, esterco e resíduos da agricultura, como as cascas de arroz de São Borja, são alguns exemplos.

O Brasil é líder mundial em capacidade instalada para geração de energia por biomassa. Nos últimos cinco anos, foi o terceiro país que cresceu mais rápido nesse quesito – que é o potencial total de produção do país, não a produção em si.

A conclusão é da edição de 2011 do relatório Who’s Winning The Clean Energy Race? (Quem Está Ganhando a Corrida da Energia Limpa?), do Pew Environment Group.

Entre os países do G20, o Brasil aparece em sexto lugar entre os que mais investem em energia limpa, com 8 bilhões de dólares. Como economia emergente, está atrás apenas da China.

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Sistemas Operacionais de Celulares.

O sistema operacional nos celulares é um programa que gerencia e controla as funções do aparelho. Para isso, ele utiliza estratégias como as multifunções, a proteção de memória e as multitarefas. Assim, ele mantém os processos funcionando ao mesmo tempo sem a necessidade de um espaço de memória maior ou sem afetar um ou outro recurso.

Sistemas Operacionais

A primeira geração de celulares, conhecida como 1G, permitia somente a comunicação por voz e era feita em aparelhos analógicos, com aqueles modelos carinhosamente apelidados de “tijolão”. Com a segunda geração, as coisas melhoraram bastante. Esta geração, inclusive, é ainda muito utilizada hoje em dia, apesar da “invasão” de celulares 3G (terceira geração) no mercado.

Com os celulares de segunda geração (2G), além de falar é possível transmitir digitalmente outros dados. Com eles, podemos enviar mensagens de texto (SMS) e até acessar a internet. A terceira geração (3G) surgiu com um pacote de transmissão de dados ainda mais eficiente e rápida que a anterior. Esse novo serviço nos oferece ótima qualidade na transmissão de voz, com bem menos barulhos e interferência. A terceira geração também oferece suporte a diversos conteúdos multimídia e você pode transmitir vídeos, imagens, jogos e arquivos de música.

Com a explosão da internet e a chegada desta opção aos aparelhos de telefonia móvel, as empresas trataram logo de desenvolver sistemas para esses telefones.

A maior vantagem desses sistemas operacionais para celulares é que os aplicativos foram criados a partir de opções já existentes e em operação na internet, sem que fosse necessária a implementação especificamente nos aparelhos e disponibilizando novas versões online.

Sendo assim, o dono do telefone e usuário do sistema pode acessar a versão mais recente a qualquer hora, de qualquer lugar, utilizando apenas o seu aparelho móvel, necessitando somente de um servidor para isso.

Atualmente, os sistemas operacionais que fazem parte do mercado de telefonia móvel do Brasil são: Windows MobileSymbian OS e Android.

Abaixo, vamos explicar um pouco sobre cada um eles:

Windows Mobile

É o sistema operacional desenvolvido pela Microsoft especialmente para dispositivos móveis. O Windows Mobile permite uma adaptação mais rápida de aplicativos desenvolvidos, a princípio, para o Windows do seu computador (ex.: Word, Outlook, etc).

Além disso, promove facilmente a conexão de seu aparelho celular a uma rede sem fio. Recentemente, sua versão passou a apresentar suporte nativo às tecnologias Wi-Fi e Bluetooth, sem que seja preciso arquivos extras para acessá-los.

O Windows Mobile contém integração com o Microsoft Exchange Server 2003, o que implica em possibilidade de sincronia de emails e arquivos pessoais entre o seu computador de mesa ou notebook e o seu celular. Também disponibiliza o acesso ao Windows Media 9 series.

Como ponto extra a favor, o Windows Mobile traz todo o conhecimento e inúmeros aplicativos já desenvolvidos e garantidos pela Microsoft, empresa presente há anos no mercado de tecnologia e uma das grandes responsáveis pela grande revolução deste meio nos últimos tempos.

iOS

O sistema operacional do Iphone é tido como um dos mais avançados. Com uma prática interface, ótimas ferramentas e estabilidade, o iOS é a base do iPhone.

Ele apresenta uma interface multi-toch extremamente funcional. Independente do que esteja utilizando no celular, você tem o controle absoluto apenas pelo toque do dedo. E o enfoque deste sistema operacional é na multitarefa, possibilitando que o usuário consigar rodas seus aplicativos favoritos e anternar entre eles rapidamente, sem impacto no desempenho.

Um dos recursos mais atraentes é o FaceTime: a chamada de telefone por vídeo. Basta um toque para ver seus amigos e familiares enquanto conversa com eles – isso entre aparelhos iPhone 4 via WiFi.

O iOS possui a maior plataforma de aplicativos do mundo. São mais de 200 mil! Para isso, a Apple coloca à disposição  dos desenvolvedores de terceiros uma grande variedade de ferramentas para que eles criem aplicativos que redefinem o telefone móvel. É só acessar a App Store e baixá-los com apenas um toque.

Symbian OS

Desenvolvido por um consórcio de várias empresas de telefonia, é um sistema operacional para aparelhos móveis com sistema modular. Exatamente por ser um sistema modular, o Symbian OS permite que cada um destas empresas constantes no consórcio que o criou desenvolva a sua própria interface.

O Symbian OS permite o desenvolvimento de sistemas diferenciados, que vão desde textos em telas simples e monocromáticas até sofisticados sistemas disponibilizados em smartphones de marcas como Nokia e Ericsson.

Destas duas grandes empresas, a interface desenvolvida para o Symbian OS mais conhecida pelo público é a Nokia Series 60. O Symbian OS foi construído principalmente para gerar economia de recursos em aparelhos móveis, por isso, traz consigo diversos mecanismos para assegurar que os aplicativos do aparelho vão utilizar a menor quantidade de memória possível.

Os aplicativos do Symbian OS são assegurados através de mecanismos que fazem pouco uso do processador da máquina e oferecem uma grande quantidade de serviços de rede. 
 
Android

Em 2007, foi criado um consórcio chamado Open Handset Alliance formado por 47 empresas e liderado pelo Google. A função desta reunião de empresas era criar um novo sistema operacional para celulares que fosse um sistema aberto, ou seja, sem que fabricantes tivessem que pagar licença de uso. O nome deste sistema adivinha qual é? Isso mesmo: Android.

Seu grande diferencial é que, como o código é liberado, programadores de todo o mundo criam aplicativos, ou seja, pequenos programas para rodar nos celulares que tenham o sistema. Esses aplicativos ficam todos catalogados e à disposição dos usuários na Android Market, uma loja virtual acessível via celular, muitos deles gratuitos.

A grande vantagem é que você melhora as funções do telefone móvel através de programas que são elaborados justamente para isso: melhorar o funcionamento do aparelho. São aplicativos tão variados, como leitores de ebooks, tocadores de mp3, bússolas digitais e, claro, joguinhos.

20 anos depois, Rio volta a discutir futuro do planeta

DEZ TEMAS PARA UM PLANETA SUSTENTÁVEL

Economia Verde

Um dos temas mais importantes da conferência é também um dos mais abstratos, podendo ser definido de diversas maneiras.

De forma geral, a ideia é promover modelos econômicos mais favoráveis ao desenvolvimento sustentável, que incorporem critérios de sustentabilidade ambiental e social – e não apenas econômicos. Pela definição do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), a economia verde tem três características básicas:emite pouco carbono,utiliza os recursos naturais de forma eficiente e promove a inclusão social.

Por exemplo, economias que privilegiem o uso de energias renováveis, reciclagem de lixo,conservação da biodiversidade e valorização dos povos tradicionais.

Em contraste com os modelos atuais, caracterizados pelo uso de combustíveis fósseis, extinção de espécies, degradação ambiental e desigualdades sociais.

Água

A água é um recurso finito. Só 1% dos recursos hídricos da Terra estão disponíveis para consumo humano, na forma de água doce e líquida na superfície. Outros 99% são de água salgada nos oceanos ou congelada nos polos. O uso sustentável dos recursos hídricos, portanto, é essencial à sobrevivência humana. A poluição, o desperdício e o aumento da demanda, impulsionado pelo aumento da população global, fazem da água um recurso cada vez mais escasso e caro de se obter, até mesmo nos países ricos. Uma situação que só tende a se agravar com as mudanças climáticas.

A atividade que mais consome(e desperdiça) água no planeta é a agricultura, seguida pela indústria. Nas cidades, o problema é agravado ainda mais pela falta de saneamento básico e tratamento, que impossibilita o consumo das fontes de água mais acessíveis, gera doenças e agrava as condições de pobreza.

Agricultura

A produção de alimentos estará presente em quase todas as discussões da Rio+ 20, tanto pelo aspecto de segurança alimentar e combate à pobreza quanto por sua vulnerabilidade às mudanças climáticas. A população mundial, hoje de 7 bilhões, deverá chegar a 9 bilhões em 2050, aumentando ainda mais a demanda por alimentos – e,consequentemente, pelos recursos necessários para produzi-los, como solo, rios e oceanos saudáveis.

O grande desafio, portanto, é produzir mais alimentos com menos recursos, menos espaço e menos impacto ao ambiente. Um desafio conflituoso, simbolizado no Brasil pelas discussões sobre o novo Código Florestal, cuja solução envolve uma série de questões políticas, econômicas e tecnológicas. Segundo a organização da ONU para agricultura (FAO), em 2009, o número de famintos atingiu um recorde: mais de 1 bilhão de pessoas.

Energia

Há mais de 150 anos a economia global depende quase exclusivamente dos combustíveis fósseis (petróleo, gás e carvão mineral) para fazer quase tudo, desde movimentar tratores no campo até alimentar caldeiras e gerar eletricidade para cidades inteiras. Isso causou boom de desenvolvimento, mas também ao acúmulo de gases do efeito estufa (principalmente dióxido de carbono, CO2) na atmosfera – causa do aquecimento global. Sem falar nos conflitos geopolíticos e econômicos associados.

Apenas 16% da energia consumida no mundo hoje é oriunda de fontes renováveis, como eólica, solar, hidráulica e de biomassa. Aumentar essa parcela e reduzir a dependência dos fósseis é, talvez, o maior desafio do desenvolvimento sustentável – e da Rio+20. A transição carece de investimentos, tecnologia e políticas de incentivo. E de acordos que estabeleçam metas para tal.

Clima

As mudanças climáticas não aparecem com destaque na agenda de negociações da Rio+20, porque já contam com um fórum específico de discussão, que é a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (que deu origem ao Protocolo de Kyoto e estabelece metas de redução de emissões). Ainda assim, é inevitável que o tema aparece com destaque na conferência, já que suas consequências são globais e atingem todos os setores da economia e da sustentabilidade ambiental e social – em especial, a produção de alimentos e a ocorrência de eventos climáticos extremos, como secas e inundações.

Apesar dos esforços, as emissões globais de gases do efeito estufa continuam a crescer. As negociações esbarram em disputas sobre as responsabilidades de países desenvolvidos versus em desenvolvimento, um debate que deve se repetir na Rio+20.

Biodiversidade

A destruição das florestas tropicais, como a Amazônia, é o sintoma mais emblemático da relação conflituosa entre homem e meio ambiente, entre crescimento econômico e conservação ambiental. Cerca de 130 mil km² de florestas são derrubados por ano no planeta para dar lugar a plantações, pastagens e cidades, ou simplesmente para obtenção de madeira. É uma das causas primordiais da extinção de espécies, já que as florestas são o maiorr eservatório de biodiversidade terrestre do planeta.

A conservação da biodiversidade é um tema já contemplado pela Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU. Mas a expectativa é que também faça parte dos debates da Rio+20, pois está intrinsecamente relacionada à conservação das florestas e outros ecossistemas essenciais para a produção de água, estabilidade climática e outros serviços ambientais indispensáveis.

Oceanos

Os oceanos cobrem 72% da superfície terrestre. São o maior hábitat do planeta, com a maior quantidade e diversidade de formas de vida. São também o maior reservatório natural de carbono e de energia térmica, essenciais para a regulação climática do planeta. Além de ser fonte básica de renda e alimentação para bilhões de pessoas.

No entanto, apenas 1% dos oceanos estão protegidos por unidades de conservação. Grande parte das espécies marinhas exploradas comercialmente já estão ameaçadas de extinção, com graves consequências para o equilíbrio ambiental dos oceanos e a sustentabilidade econômica da pesca. Há ainda o problema da poluição e da acidificação da água, causada pelo aumento das concentrações deCO2 na atmosfera. Historicamente negligenciados nas políticas de conservação, os oceanos deverão ganhar destaque na Rio+20.

Pobreza

É o principal desafio social relacionado ao desenvolvimento sustentável. Pobreza e degradação ambiental estão intimamente relacionadas, principalmente nos países em desenvolvimento, onde muitas populações dependem da exploração predatória dos recursos naturais, por meio da pesca ilegal, do tráfico de animais ou do desmatamento.

Nas cidades, essa ligação também existe, com impactos graves sobre a saúde e a qualidade de vida das pessoas. No modelo econômico tradicional, pobreza gera degradação ambiental e compromete o desenvolvimento econômico, o que gera mais pobreza,num ciclo vicioso de insustentabilidade.

Numa lista de objetivos prioritários da conferência divulgada pelo Brasil, o primeiro item é: “A incorporação definitiva da erradicação da pobreza como elemento indispensável à concretização do desenvolvimento sustentável”.

Povos Tradicionais

Os povos tradicionais – como os índios e ribeirinhos da Amazônia, os Inuits do Ártico, os povos das montanhas nos Himalaias, os aborígenes da Austrália, os maoris do Pacífico – são os principais guardiões da sabedoria associada aos recursos naturais e, em muitos casos, os guardiões na prática de áreas protegidas. Contraditoriamente, porém, esses povos são frequentemente os que menos têm voz nas decisões sobre o ocorre em seus territórios. E vivem muitas vezes em condições de abandono, até forçados a praticar crimes ambientais ou migrar para as cidades para sobreviver.

É desafio do desenvolvimento sustentável dar voz e qualidade de vida a eles, respeitando e preservando suas culturas e práticas tradicionais. Em um evento paralelo à Rio+20, índios brasileiros e outro povos tradicionais farão debates numa aldeia montada em Jacarepaguá, chamada Kari Oca.

Cidades

É no ambiente urbano que os sintomas do desrespeito ao desenvolvimento sustentável se tornam mais agudos e evidentes, na forma de poluição, pobreza, problemas de saúde, trânsito caótico, lixo, solos contaminados, custos de vida cada vez mais altos e outros problemas típicos das cidades “modernas” – especialmente nos países em desenvolvimento.

O Brasil tem exemplos emblemáticos, como o Rio Tietê, que passa como um esgoto a céu aberto por São Paulo, e o aterro de Jardim Gramacho, no Rio, fechado na semana passada, que por 34 anos funcionou à beira da Baía de Guanabara (também altamente poluída). Problemas ambientais que afetam diretamente a qualidade de vida das pessoas. As cidades são também grandes fontes de emissão de gás carbônico, principalmente por conta dos combustíveis veiculares.  E quanto pior o trânsito, maiores as emissões.

Qual a profissão que dá mais dinheiro?

O melhor caminho é abrir uma empresa, porque você não ficará limitado pelos salários do mercado, explica o consultor de carreiras Eliseu Ordakowski, que tem um emprego e certamente será mais pobre que você – basta seguir seus conselhos.

“Quando se trabalha para uma organização, ela enriquece enquanto você tem um teto remuneratório. No empreendedorismo, o céu é o limite”, diz o consultor. Mas se você prefere ter um emprego, o mais indicado é cursar Administração e assumir um posto de presidente. De acordo com a última Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho Online, divulgada em maio, hojeo maior salário do Brasil é de presidente administrativo, com média nacional estimada em R$ 53.905,33.

Se chegar ao cargo de presidente é muito difícil, outra maneira é partir para a medicina. Segundo a pesquisa, o profissional de nível superior mais bem pago do país é o oftalmologista, com média salarial de R$ 10.980,67.

Outra dica para encontrar quais as profissões mais bem pagas é ficar de olho nos  setores mais aquecidos da economia. O consultor Eliseu dá o exemplo do setor petroquímico no Brasil. “Até pouco tempo esse não era um setor fomentado aqui. Muitos profissionais dessa área saíram do Brasil e hoje o país está trazendo essas pessoas de volta justamente pela carência de profissionais nesse segmento. Por isso, eles estão sendo muito bem remunerados”, diz. Um gerente de engenharia de petróleo ganha hoje, em média, R$ 16.391,65, conforme a pesquisa da Catho.

Seja qual for a carreira, siga o conselho de Chris Gardner, o sem-teto que tornou-se milionário e inspirou o papel de Will Smith no filme À Procura da Felicidade: “Encontre algo que você ame tanto fazer que você espere o sol nascer só para poder fazer de novo”, disse em entrevista à revista Forbes.

Bonito isso, né?

Novo superpapel é à prova de água, antibacteriano e magnético

 

De acordo com uma notícia publicada pela Forbes, um grupo de cientistas italianos criou um spray capaz de transformar uma simples folha de papel em um supermaterial resistente à água, além de ser antibacteriano e magnético.

Os pesquisadores, do Instituto Italiano de Tecnologia de Gênova, desenvolveram um processo que recobre qualquer fibra de celulose — material com o qual os papéis e tecidos de fibras naturais são feitos — com uma camada reagente. Para isso, eles utilizaram moléculas de celulose combinadas com uma solução de nanopartículas, resultando em uma espécie de capa protetora.

Para agregar “superpoderes” ao papel, os cientistas simplesmente alteraram um pouco a composição da solução, adicionando nanopartículas capazes de repelir a água, tornar o papel magnético ou espantar germes e bactérias. Até mesmo substâncias que façam a folha brilhar no escuro foram adicionadas pelos pesquisadores.

O melhor de tudo é que, de acordo com os cientistas, as propriedades do papel ficam inalteradas, significando que ainda é possível escrever, desenhar, imprimir ou fazer aviõezinhos com ele.

Fontes: Journal of Materials ChemistryForbes e Digital Trends

Livro: Um Dia

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Um Dia

Vinte Anos, Duas Pessoas

 

“Imagine um dia especial na sua vida e pense como teria sido seu percurso sem ele. Faça uma pausa,você que está lendo, e pense na grande corrente de ferro, de ouro, de espinhos ou flores que jamais o teria prendido não fosse o encadeamento do primeiro elo em um dia memorável.”

Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro.

Os anos se passam e Dex e Em levam vidas isoladas – vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois.

Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida.

Indico a leitura de Um Dia nesse feriado porque esse é um daqueles livros que, na minha opinião, todos deviam ler pelo menos uma vez na vida.Ele nos faz pensar sobre o que estamos fazendo da nossa vida e onde pretendemos chegar com tudo isso. Essa narrativa incrível de David Nicholls, nos diz que devemos falar sobre o que sentimos no momento em que a ideia nos passa à cabeça, porque pode ser que depois o momento simplesmente passe e tudo aquilo que fez sentido não faça mais.

Um dia, um sentimento expressado, uma palavra dita, pode mudar toda uma vida. O dia 15 de julho de 1988 muda pra sempre a vida de Dex e Em, Em e Dex.