2ª etapa da reescolha no vestibular da USP começa sábado.

5,4 mil candidatos podem concorrer a 338 vagas ociosas não preenchidas pelo vestibular Fuvest 2012

A segunda etapa da reescolha, processo de preenchimento das vagas ociosas da Universidade de São Paulo (USP), começa no próximo sábado. A lista dos 5.407 candidatos habilitados a participar do processo e a relação das 338 vagas em 111 cursos estão disponíveis no site da Fuvest.

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Os candidatos terão das 0h do dia 24 (sábado) até as 23h59min do dia 26 (segunda feira) para efetuar a reescolha no site www.fuvest.com.br. Os interessados poderão fazer até duas opções de curso, dentre aqueles que possuam vagas não preenchidas. Poderão optar, inclusive, por cursos da carreira originalmente indicada no ato da inscrição.

Próximo ano: Fuvest e Unicamp mudam livros obrigatórios no vestibular 2013

O processo foi uma das cinco mudanças realizadas no exame vestibular 2012 e permite ao candidato bem avaliado no exame da Fuvest que não conseguiu ser aprovado na carreira pretendida escolher um outro curso.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/vestibular/2-etapa-da-reescolha-no-vestibular-da-usp-comeca-sabado/n1597703989477.html

Timidez pode ser resultado de falhas no cérebro, diz estudo.

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Ficar com as bochechas vermelhas facilmente pode ajudar os tímidos a fazerem sucesso, mas a descoberta de um novo estudo indica algo menos fofo sobre a timidez.

Usando imagens de ressonância magnética funcional, pesquisadores da Universidade de Vanderbilt, nos EUA, descobriram que os tímidos podem ter problemas em duas regiões cerebrais – a amígdala e o hipocampo -, o que pode causar problemas de adaptação a novos ambientes e novos estímulos.

Foram analisados tanto adultos inibidos quanto os desinibidos, que foram expostos a fotos de rostos de pessoas desconhecidas repetidas vezes. Durante a exposição a rostos diferentes, o hipocampo e a amígdala geralmente apresentavam uma atividade mais intensa. Mas ela tendia adiminuir à medida que esses rostos se repetiam e iam se tornando mais familiares. Foi o que aconteceu com os mais extrovertidos – mas não com os tímidos.

Para eles, a resposta cerebral era sempre intensa – ou seja, não se habituavam aos rostos mesmo que os tivessem visto várias vezes.

Segundo a principal autora do estudo, Jennifer Urbano Blackford, essa falha em se familiarizar ajuda a entender o comportamento tímido e cauteloso que é característico dos indivíduos inibidos.

“Aqueles que familiarizaram mais lentamente podem achar encontros com novas pessoas algodesgastante e evitar novas experiências sociais, enquanto os que se ajustam mais rapidamente podem ser mais propensos a buscar novas experiências sociais“, disse ela ao Science Daily.

Isso pode, segundo o estudo, ser a causa da síndrome de ansiedade social, problema que afeta um a cada dez adultos nos Estados Unidos e se caracteriza pelo medo crônico de certas situações sociais.

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/timidez-pode-ser-resultado-de-falhas-em-duas-regioes-do-cerebro-diz-estudo/

Como a vida na cidade melhoraria se as marginais de rios fossem mais verdes

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A ilustração acima, feita por Jonatan Sarmento para a revista National Geographic Brasil, parceira do movimento Planeta Sustentável, mostra como ficariam as marginais do rio Tietê, em São Paulo, caso suas áreas de várzea voltassem a ter verde. Esses espaços foram impermeabilizados para dar lugar a asfalto. Uma das conseqüências: alagamentos e enormes enchentes na cidade durante a época de tempestades.

Implementar corredores verdes nas áreas de várzea do rio Tietê não é impossível, mas leva tempo. Na reportagem Como ficaria a marginal do rio Tietê se o verde retornasse? – publicada na edição de março da revista –, Thiago Medaglia, editor assistente da NG Brasil, apresenta a proposta de um grupo de arquitetos da USP – Universidade de São Paulo para a revitalização da área que deu origem à projeção acima. A história é tão bacana que se tornou um viral no Facebook com o slogan “Quero uma São Paulo assim” (leia Reportagem da National é viral no Facebook).

Em Singapura, a restauração de 2,7 quilômetros do rio Kallang, que também passava por um canal de concreto, mostrou que é possível ter menos inundações, mais refrigeração natural e oportunidades de recreação na cidade. A revitalização do rio durou três anos e foi concluída neste mês, com 62 hectares reabertos aos moradores de Singapura.

O parque linear do Kallang inclui um playground aquático e um jardim comunitário. As plantas –que não são cultivadas com produtos químicos – ajudam a manter a qualidade da água e acabaram atraindo animais selvagens para a região.

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/

Cinco métodos para tornar suas anotações em aula mais eficientes:

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1- Em aulas ou em palestras pode ser útil otimizar suas técnicas de anotações. Na foto, aparece um exemplo de anotação no método Cornell, apresentado pela Universidade de Stanford. O método Cornell consiste em dividir o espaço da folha de papel em três partes: a das informações principais, a das palavras-chave e a das relações entre os conteúdos. A técnica do método Cornell sistematiza as anotações e facilita a revisão de conteúdos. Economiza tempo, pois não é preciso passar a limpo. E, segundo especialistas, não tem desvantagens.

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2- O método das linhas gerais consiste em anotar as informações com travessões e margens. A informação mais geral começa na esquerda; as mais específicas, vão ganhando margens maiores, com indentações. A técnica permite identificar facilmente os pontos principais e secundários da matéria.

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3-  O método do mapeamento utiliza as habilidades de compreensão e de concentração. Os mapas gráficos criados mostram a relação entre os conteúdos. A técnica do método do mapeamento funciona bem em palestras e aulas que exigem a participação. Com um esquema gráfico, é mais fácil ter entendimento imediato da matéria.

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4- Anotar na forma de tabelas torna a busca por informações relevantes bem fácil. Funciona para memorizar fatos ou características do assunto em questão. A desvantagem é ter de dividir as colunas durante a aula, então é preciso clareza e atenção.

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5- No método das sentenças ou frases cada pensamento, fato ou tópico é escrito em uma linha separada. É possível incluir numeração – o que torna o caderno mais organizado do que se fosse dividido apenas em parágrafos.

Fonte:  http://educacao.uol.com.br/album/metodos_anotacoes_album.htm#fotoNav=8

Felicidade em excesso pode fazer mal

Não há dúvida de que ser feliz é bom, mas em excesso pode ser um veneno. E, quanto mais procuramos a felicidade, menos somos felizes. Conheça o lado B da felicidade.Image

Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida – os 3 pilares da felicidade. No entanto, essa história também tem dois lados. Se for vivida emexcesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.

É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não. Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes. Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E encontramos os maiores níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de sintomas de depressão e ansiedade, além do aumento da satisfação pessoal.

Como você pode perceber, felicidade não é uma só. Ela vem em diferentes sabores. Varia, por exemplo, segundo a dimensão do estímulo (excitação x calma) ou do engajamento social (compaixão x orgulho). Certos tipos de felicidade são muito autofocados e, por isso, acabam sendo mal-adaptados. É o caso do orgulho, geralmente ligado às conquistas e ao status social. O orgulho pode ser bom em certos contextos, mas também tem sido associado à agressividade e ao risco de desenvolver transtornos de humor, como a mania.

A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidadetem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.

O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter os pés no chão.

Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.

Ilustração: Tiago Lacerda

Fonte: http://super.abril.com.br/cotidiano/felicidade-excesso-pode-fazer-mal-674821.shtml

 

Vídeos de aulas na internet viram hit e prometem ajudar da pré-escola ao vestibular

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Não é só vídeo engraçado que vira hit no Youtube. O educador americano Salman Khan conseguiu a proeza de mais de 132 milhões de acessos aos seus vídeos de matemática, biologia, química, física, entre outras matérias. Os resultados animaram brasileiros a “importar” a ideia e a criar novos conteúdos aqui no país. Duas iniciativas já estão no ar gratuitamente: a tradução e dublagem dos vídeos de Khan, pela Fundação Lemann, e o Qmágico, site elaborado por alunos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

“O público para este conteúdo vai do ensino fundamental ao ensino médio, tem gente da terceira idade. Varia muito. Desde criança pequena, antes do ensino fundamental, até senhores de 50, 60 anos”, conta o diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne. Uma das principais características tanto da Khan Academy quanto do Qmágico é o formato leve, semelhante a jogos de internet.

Segundo Thiago Feijão, 22, cofundador e presidente do Qmágico, a motivação veio de sua experiência de “ongueiro” com pré-vestibulares para alunos de baixa renda. “Tinha 120 vagas no curso, mas se inscreveram 3.000 estudantes. Aí, fiquei me questionando sobre como poderia aumentar o impacto da ação e atingir mais gente”, lembra. Foi então que surgiu o projeto de oferecer um site com vídeos e uma plataforma virtual com exercícios. 

As boas intenções, com auxílio de consultorias especializadas, já se transformaram em um negócio social, diz Feijão. Para manter a estrutura do site, revela o presidente, há a possibilidade de cobrar uma mensalidade simbólica dos usuários. Entretanto, o jovem busca maneiras de oferecer o conteúdo gratuitamente, com o auxílio de parceiros que possam financiar a produção de vídeos e a manutenção e o desenvolvimento do sistema. Até o momento, o acesso está liberado.

Acervo

A iniciativa norte-americana já conta com mais de 3.000 vídeos no Youtube. Aqui no Brasil, por enquanto, a Fundação Lemann traduziu cerca de uma centena e alcançou um conjunto de aproximadamente 300 mil visualizações. “Até o fim de maio, teremos todo o conteúdo de matemática, biologia, física e química. Essas disciplinas são mais fáceis de adaptar ao contexto brasileiro do que história e geografia, por exemplo”, explica Mizne.

O projeto dos universitários do ITA, por sua vez, já finalizou 600 vídeos e está em fase de implantação. No site do projeto estão disponíveis 150. Mas, para Feijão, a proposta vai muito além de oferecer vídeos.

Foco na escola pública

“Nosso diferencial é oferecer uma plataforma para maximizar o trabalho do professor e o entendimento dos alunos. É uma metodologia que une o ensino virtual à sala de aula tradicional com baixo custo”, conta. O Qmágico, de acordo com Feijão, já foi procurado por escolas públicas, particulares e até mesmo por instituições de ensino superior, que desejam dar aos professores a possibilidade de personalizar o conteúdo que será oferecido no computador, como as questões, os exercícios e os vídeos. O objetivo, portanto, diz Feijão, é oferecer mais recursos aos professores, que permanecem figuras centrais no processo de ensino-aprendizagem

A Fundação Lemann também decidiu iniciar um projeto piloto com três escolas públicas municipais da zona sul de São Paulo. De acordo com Mizne, o primeiro passo será trabalhar o conteúdo de matemática com professores do 5º ano, para incentivá-los a buscar novos recursos para aulas mais atraentes de matemática básica. O projeto inclui a disseminação dos vídeos, de exercícios, formação dos professores e acompanhamento dos alunos. Nestas escolas, os computadores vão para a sala de aula – o laboratório de informática deixa de ser o local exclusivo.

Uma das qualidades da iniciativa, segundo Mizne, é que os vídeos possibilitam respeitar o ritmo individual de cada estudante. Além disso, um professor bem formado pode utilizar diferentes suportes – livro, computador, revistas, lousa – para ensinar o conteúdo de formas distintas, de modo que todos os estudantes consigam aprender de algum modo.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/03/27/videos-de-aulas-na-internet-viram-hit-e-prometem-ajudar-da-pre-escola-ao-vestibular.htm

Trocar de cidade ou insistir em estudar perto de casa?

 

Estudantes contam como saíram do dilema: quem não quer perder tempo, deixa o conforto do lar para fazer faculdade em outra cidade.

 

Núbia de Andrade Rezende precisou ser bastante corajosa para dar uma guinada na própria vida. Primeiro, porque desistiu de duas graduações para tentar recomeçar o curso de Medicina. Depois, porque teve de se mudar de Viçosa, Minas Gerais, para a capital do Amazonas, Manaus. Uma distância de mais de 4 mil quilômetros.

Aos 28 anos, Núbia não tinha tempo a perder. Havia cursado Ciências Biológicas na Universidade Federal de Viçosa (UFV), mas, insatisfeita com a carreira, fez outro vestibular. Iniciou a graduação em Farmácia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e logo percebeu que aquele não era o seu caminho.

Uma crise pessoal e muitas conversas com a família depois, ela investiu na busca por seu novo sonho: cursar medicina. Voltou ao cursinho para buscar uma vaga na carreira, tão disputada em qualquer instituição. Núbia também não queria perder tempo para alcançar seu objetivo. Por isso, se mudou para Manaus para estudar

Com a adoção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério de seleção para as vagas, a disputa nas universidades federais mineiras ficou muito grande. Com o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação, Núbia ganhou a possibilidade de concorrer a vagas em diferentes Estados sem sair do lugar. E arriscou.

“Vi que a minha nota me permitia cursar medicina em Manaus. Era longe, caro e complicado, mas ignorei isso tudo em nome de um sonho: fazer medicina numa federal”, conta a jovem, que nunca havia pisado em solo amazonense. “Tinha medo porque não tinha nenhuma informação sobre a cidade”, diz.

Longe do aconchego dos pais

O Sisu ampliou as possibilidades para quem deseja trocar de cidade, mas esse ainda não é um hábito comum entre os estudantes. No ano passado, por exemplo, apenas 15% dos 76 mil matriculados pelo sistema deixaram seu Estado-natal para estudar. Deixar a família e os amigos ainda desanima muita gente, que prefere fazer novo pré-vestibular e tentar uma vaga em uma instituição próxima de casa.

Assim como Núbia, Oswaldo Cascudo, 22 anos, quer uma vaga no curso de medicina. Já tentou instituições de Brasília, Ceará, Pernambuco e Alagoas, além da própria Paraíba, onde nasceu. Ainda não foi aprovado, mas decidiu largar sua casa, em Campina Grande, para se preparar para o vestibular na capital, João Pessoa.

Fontehttp://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/trocar-de-cidade-ou-insistir-em-estudar-perto-de-casa/n1597697182866.html

Inteligência no braço – Pulseira monitora atividade física ao longo do dia.

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Esta pulseira monitora toda a sua atividade física ao longo do dia, avalia a qualidade do seu sono e transforma os dados em relatórios no iPhone. Tudo isso para que você tenha uma rotina mais ativa e saudável. Ou pelo menos se maravilhe com as estatísticas da própria vida.

DE PÉ
Basta colocar a pulseira no braço e instalar um aplicativo no seu iPhone, iPad ou iPod Touch. Ela possui sensores que registram os seus movimentos e calculam o número de passos dados, as calorias queimadas, a velocidade e a distância percorrida. Se você ficar muito tempo parado, ela vibra – avisando que é hora de se mexer.

NA CAMA
O aparelho utiliza uma técnica chamada actigrafia, que analisa os pequenos movimentos que todo mundo faz enquanto dorme. Graças a isso, consegue medir a qualidade do seu sono e deduzir em qual estágio dele você está. A pulseira também funciona como despertador – vibra suavemente para acordar o usuário.

NA INTERNET
Os dados coletados vão para o iPhone e também para uma rede social própria, onde é possível adicionar outras pessoas, comparar os resultados e participar de desafios como “100 mil passos em 10 dias” ou “Cruzeiro da soneca”. Você escolhe com quem (e se) deseja compartilhar as suas informações.

NO PULSO
pulseira é de borracha, à prova d¿água e, segundo o fabricante, tem autonomia de 10 dias (para recarregar a bateria, basta conectá-la a um computador com USB). Ela é discreta e está diponível em preto, vermelho e azul.

Fonte: http://super.abril.com.br/tecnologia/inteligencia-braco-pulseira-monitora-atividade-fisica-ao-longo-dia-677788.shtml