Corredor de Jundiaí ganha medalha de ouro no Chile

Edivaldo Bueno do Prado e Carolina Cannavezzi do Prado

O casal de atletas Edivaldo Bueno do Prado e Carolina Cannavezzi do Prado, participou mo início do mês de abril da Meia Maratona do Chile, realizada em Santiago e conquistaram ótimos resultados individuais.
Prepararam-se para a competição treinando à noite, em baixa temperatura e na mesma altimetria que encontrariam na prova de 21,097Km e o resultado foi acima do esperado: Carolina, recuperando-se de lesão num dos pés, concluiu a prova com o tempo de 01h 44 minutos, embora não conseguindo um lugar no pódio, superou suas marcas anteriores na referida distância, apesar da lesão existente.
Já Edivaldo, que atravessa uma excelente fase técnica, superou diversos adversários, o clima e a altimetria do percurso, conforme vinha planejando em seus treinamentos e venceu a categoria 40-44 anos com o excelente tempo de 01h 15 minutos e 43 segundos, um perfeito resultado para o atleta e também, para a equipe e a cidade de Jundiaí, que vê o nome sendo divulgado em outro país, valorizando ainda mais as conquistas de todos os envolvidos – atleta, equipe e prefeitura municipal de Jundiaí.
O casal já é bastante experiente em corridas de rua, e sempre obtém ótimos resultados nas provas que participam, como o Circuito das Praias, Campeonato de Masters do Interior e, provavelmente, são atletas que representarão a cidade nos Jogos Regionais desse ano.
Informações por: Professor Robson Mian

Grupo: G3- 3ºA

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Trabalho sobre o livro Iracema

       Os segundos anos do ensino médio da Etec Benedito Storani estiveram, nas últimas semanas, trabalhando com o Romantismo brasileiro. Desenvolveram o tema em diferentes tipos de mídia, orientados pela professora Gislaine.
      Um dos trabalhos que mais chamaram a atenção foi o da aluna Ananda Savitri.Ela compôs e cantou uma música sobre o livro ao final do trabalho de seu grupo.

     Veja aqui o vídeo do trabalho: 

     Iracema
  Virgem dos labios de mel
  Europeu,habitante do litoral
  Feriu o branco com uma flechada.
  E quem disse que o amor não dói?
  Refão:
  Ela quer te guiar pela mata
  E ele quer se desculpar por não poder ficar
  Assustada, ameaçaram o matar
  Um beijo selou a despedida, e ele fugiu.
  Guarde o segredo de um abraço verdadeiro
  E não chore por ele não voltar
  Pois de dois apenas um se fará
  O leite que o alimentará pode acabar
  (Refrão)
     No vídeo, a autora se viu como “a última tabajara” (tribo a que pertencia a personagem principal, Iracema) que canta em homenagem ao romance entre Martim, o europeu, e a índia Iracema. A proposta da canção é transformar em melodia a obra homônima de José de Alencar.
Grupo: G3- 3ºA

#CulturaJundiai

Um grupo de pessoas dispostas a divulgar os eventos culturais da cidade de Jundiaí, esse é o grupo Cultura Jundiaí, que nos concedeu uma entrevista para explicar melhor esse projeto tão diferente e interessante.
De onde surgiu a ideia de criar o @culturajundiai ?
O Cultura Jundiaí surgiu de uma necessidade de valorizar a cultura jundiaiense, seja por falha de divulgação ou de incentivo. Nosso principal objetivo é divulgar/incentivar eventos ligados à cultura em nossa cidade na internet por Facebook e Twitter, por meio dos perfis criados e do uso da hashtag #culturajundiai.

Como está sendo o retorno das pessoas com relação a ele?
O retorno está sendo ótimo! Já realizamos um twittaço que entrou para os Trending Topics do Twitter (superando nossas expectativas), visando mais apoios para proposta de criação de uma Lei de Incentivo a Cultura em Jundiaí, no site Cidade Democrática ( http://www.cidadedemocratica.org.br/topico/207-leis-de-incentivo-a-cultura-em-jundiai ). Em parceria com o grupo Bicicletada Jundiaí foi realizada uma Bicicletada Cultural, onde contamos com a participação de cerca de 70 pessoas, pedalando ou caminhando.
Pretendem levar o projeto para algum meio de comunicação além da internet?
As fotos resultantes da Bicicletada Cultural entraram para um concurso no Facebook. Queremos concretizar um calendário com as mais votadas para o ano que vem. Pretendemos também conseguir mais apoios para a criação de Leis de Incentivo aqui em Jundiaí. Estivemos presente no lançamento do concurso de ideias, CidaDonos, no dia 15/04. Trabalharemos para que a proposta de criação de Leis Municipais de Incentivo à Cultura seja uma das ganhadoras, possibilitando mais produções culturais na cidade.
Vocês tem algum tipo de apoio?
Sim! Nós temos o apoio que vem da rede. Os cartazes de divulgação, tanto da Bicicletada Cultural quanto do twittaço, foram feitos voluntariamente por quem compartilha de nossas ideias. A divulgação na rede e o uso da hashtag são apoios muito importantes. Funciona como uma rede distribuída, onde todos têm liberdade de atuar, participar e essa rede vai se formando, como uma rede de pesca, na qual cada nó é independente do outro, mas está diretamente ligado ao outro completando assim a trama.
Existe algum evento que com a divulgação de vocês, teve maior público?
Não temos como mensurar isso ainda, mas podemos citar a Bicicletada Cultural e o twittaço para mais apoio à proposta de Leis de Incentivo como bons exemplos.
Qual a opinião de vocês sobre a divulgação e frequência de eventos culturais em Jundiaí?
Acreditamos que o ponto principal, quando se trata de cultura em Jundiaí, é a divulgação e incentivo. Temos excelentes artistas e produções sim, entretanto com pouco público. O que acontece se temos uma produção de qualidade que não lota uma casa de espetáculo, por exemplo? A falha está na divulgação, muitos ficam sabendo do evento depois que eles acontecem. Sabemos que muitos projetos não saem do papel por falta de incentivos/recursos. Queremos mudar isso!
A Etec BeSt e toda a equipe do blog Best Green News agradecem a disponibilidade do grupo Cultura Jundiaí ao nos conceder essa entrevista, se quiserem deixar algum recado esse é o espaço:
Agradecemos o espaço para a divulgação de nossas ideias e convidamos a todos a fazer uso da tag #culturajundiai e a participar do concurso CidaDonos (www.cidadonos.org.br). Vale muito a pena fazer um cadastro e participar apoiando e propondo soluções para a nossa cidade. Participe! Atue! Mobilize-se! Somos nós que mudamos a nossa realidade.
Grupo: G3 – 3ºA

100 Anos da vírgula

Campanha dos 100 anos da ABI(Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere.
Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.

Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo. ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA  PROCURA.

* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER…
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM…

Grupo: G3- 3ºA

Rio: Resenha Crítica

Rio é agora a maior estreia de 2011.Aqui no Brasil obteve aclamação do público, faturando $8,3 milões de dólares nas bilheterias.

De tom azul claro, Jade, a arara fêmea que muda o jeito "domesticado" de viver de Blu

A trama se desenvolve quando Blu,uma arara azul macho,que vive nos EUA como bicho de estimação,precisa procriar para salvar a espécie.Uma arara fêmea, Jade, espera por ele na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.As duas aves no entanto são sequestradas por traficantes de animais, dos quais tentarão escapar durante o longa, enquanto conhecem um ao outro.

Cena do filme onde a dona de Blu procura pela ave roubada dentro de uma favela do Rio de Janeiro

      Rio trata de um tema bastante sensível e importante, que é o contrabando de animais silvestres, triste realidade que assola a fauna brasileira.A equipe de Rio visitou o país para reproduzir com fidelidade tanto os cenários quanto as espécies que  os habitam.

Personagens do filme e as respectivas aves que serviram de referencial para a equipe de Rio

Uma das cenas mais brilhantes da animação: a favela carioca faz contraste com a "cidade maravilhosa"

Nossas expectativas previam um filme impregnado de prenoções gringas com relação ao Brasil.Pelo contrário, o toque brasileiro na direção é nítido na forma como o filme mostra a cidade maravilhosa ao lado das favelas e dos inúmeros problemas sociais cariocas.O cuidado na escolha da trilha sonora faz o espectador brasileiro se identificar de modo singular com “Sapo Cai” de Carlinhos Brown e Mikael Mutti,“Samba de Orly” de Bebel Gilberto entre outras.

               

Comentário

Um momento que merece atenção, a nosso ver, ocorre quando os traficantes de aves, perseguindo as araras no meio da favela, interrompem a infame caçada para acompanhar, no primeiro buteco que encontram, a final de um jogo de futebol da Seleção Brasileira.Além de mostrar a paixão brasileira pelo esporte, esse momento ensina aos espectadores de todo o mundo(e talvez até aos brasileiros)o quanto o Brasil, cheio de problemas sociais,pode se unir em prol de um mesmo interesse- mesmo que seja a simples partida de futebol.Vejamos esse filme como uma chama para inflamar nosso patriotismo, o orgulho de ser brasileiro pelo que o Brasil realmente é: turbulento, paradisíaco e singular, de cores intensas e exuberantes, que agora atraem os olhares de todo o mundo.

Abaixo,o trailer oficial da animação: